segunda-feira, 19 de dezembro de 2011
Saab: Sueca pede falência
Acabou! O suplício da Saab que se arrastou durante mais de dois anos, acaba agora com um pedido de declaração de falência.Victor Muller acreditava no financiamento chinês de 600 milhões de euros, mas a GM vetou qualquer negócio (incluindo financiamento) com os chineses.A Youngman por sua vez, negou enviar mais dinheiro por causa dessa jogada da GM. A americana está irredutível, e assim a Saab agora vai virar história.O pedido de falência deve ser aceito ainda hoje pela corte sueca. Para Victor Muller, que lutou até o fim para salvar a companhia, a falência será a melhor saída para funcionários e credores.
segunda-feira, 12 de dezembro de 2011
Camaro SS conversível X Mustang GT conversivel
O Camaro SS tem suspensão traseira independente para um passeio melhorado, enquanto o Mustang GT ainda usa um eixo rígido tradicional. Ambos têm motores com mais de 400 cv e transmissões modernas de seis velocidades, que reduzem as rotações e assim, o nível de ruído.Freios? Somente a discos ventilados em todas as rodas. Ou seja, dois rivais atualizados, semelhantes em muitos aspectos, mas ainda completamente diferentes.
Mas para quem sabe e realmente conhece, o Camaro está longe de se comparar ao mustang!!!
Duelo de Super carros: Mclaren x Porsche x Ferrai.
De vez em quando alguém muito legal cria modelos que são uma verdadeira passagem para o paraíso dos superesportivos. A tarifa, começando na casa de ¼ de milhão de dólares, nos EUA, é que não é nada divina. Os requisitos para chegar a esta Xangri-lá automotiva mudam sempre, como as coordenadas da ilha de Lost.
Nesta categoria, o desempenho está apenas um degrau abaixo daquele do Bugatti Veyron. Mas somente velocidade não é suficiente para alcançar a Terra Prometida. Mesmo porque aderência sublime, alta potência e pneus “pegajosos” podem ser encontrados em carros dos “reinos inferiores”. O carro perfeito vai oferecer uma combinação de engenharia altamente evoluída, materiais raros e primorosos e o mais crítico elemento de todos: versatilidade. O carro perfeito vai apagar outros carros tanto por imponência e potência de motor quanto por se adaptar às necessidades diárias do motorista. Isso posto, até que ponto o carro seria perfeito se você não pudesse dirigi-lo em qualquer lugar, a qualquer hora?
Chega então ninguém menos que o McLaren MP4-12C para discutir esta questão e iniciar o comparativo com estas três supermáquinas. O MP4-12C tem chassi tubular de fibra de carbono, algo até então inédito para um carro deste preço e volume de produção. Ele também vem equipado com um poderoso biturbo V8 de 601 cv e tem cartas na manga, como suspensão adaptativa e aerofólio automático para auxiliar nas frenagens em alta velocidade. Acima do preço base de US$ 233.500, estão alguns opcionais para melhorar o desempenho, como exaustor esportivo (US$ 5.430), rodas de liga leve ou super-rodas de liga leve (US$ 5.140 pelas primeiras, mais US$1.430 para o “disfarce” final) e freios de carbono-cerâmica, por US$ 13.130. Some estes elementos ao custo extra com pintura e alguns opcionais de acabamento e chegamos aos exorbitantes US$ 303.690 pedidos por um carro igual ao testado.
O rival natural do McLaren – herança dos 45 anos de batalhas épicas na Fórmula 1 – é, naturalmente, a Ferrari 458 Italia. Com linhas sensuais e 569 cv de potência gritando dos 9.000 rpm do motor V8, a 458 Italia é anfetamina nas quatro rodas. A única coisa que distancia esta 458 da que venceu o comparativo da edição de fevereiro é o preço de US$ 270.790 do modelo testado naquela ocasião. Desta vez, a Ferrari superfaturada custa nada mais nada menos que US$ 332 mil, valor alto o suficiente
para perder pontos nos nossos cálculos finais e que inclui US$ 28 mil de pintura e US$ 52.683 em fibra de carbono. O preço pela pintura é salgado, mas julgando a extensa lista de espera pela 458 (toda a produção de 2011 está esgotada), imaginamos que os potenciais compradores do modelo não se importam em pagar essa fortuna por uma Ferrari.

A Porsche, que obteve honras com o 911 Turbo S em nosso último comparativo de supercarros, é representada aqui pelo GT2 RS. De forma simplificada, o GT2 tem o motor do Turbo e o chassi do GT3. O RS ainda adiciona 90 cv e conta com um agressivo programa de redução de peso que inclui capô em fibra de carbono e diversos componentes da suspensão em alumínio. São 628 cv oferecidos pelo motor traseiro e despejados nas rodas também traseiras. O aerofólio em forma de chifre rendeu ao modelo o carinhoso apelido de besta. O modelo é limitado: são apenas 500 exemplares a um preço de US$ 245.950. Acrescente pintura preta por US$ 3.140, mas esqueça rádio e ar-condicionado (disponíveis somente como opcionais) e o total chega a US$ 249.090.
Nossa busca pela perfeição nos levou para a bucólica região norte do País de Gales, onde vivemos a utopia de dirigir em estradas desertas e sinuosas. Lá, nós descobrimos qual superesportivo representa o estado maior da arte.
para perder pontos nos nossos cálculos finais e que inclui US$ 28 mil de pintura e US$ 52.683 em fibra de carbono. O preço pela pintura é salgado, mas julgando a extensa lista de espera pela 458 (toda a produção de 2011 está esgotada), imaginamos que os potenciais compradores do modelo não se importam em pagar essa fortuna por uma Ferrari.
A Porsche, que obteve honras com o 911 Turbo S em nosso último comparativo de supercarros, é representada aqui pelo GT2 RS. De forma simplificada, o GT2 tem o motor do Turbo e o chassi do GT3. O RS ainda adiciona 90 cv e conta com um agressivo programa de redução de peso que inclui capô em fibra de carbono e diversos componentes da suspensão em alumínio. São 628 cv oferecidos pelo motor traseiro e despejados nas rodas também traseiras. O aerofólio em forma de chifre rendeu ao modelo o carinhoso apelido de besta. O modelo é limitado: são apenas 500 exemplares a um preço de US$ 245.950. Acrescente pintura preta por US$ 3.140, mas esqueça rádio e ar-condicionado (disponíveis somente como opcionais) e o total chega a US$ 249.090.
Nossa busca pela perfeição nos levou para a bucólica região norte do País de Gales, onde vivemos a utopia de dirigir em estradas desertas e sinuosas. Lá, nós descobrimos qual superesportivo representa o estado maior da arte.
quarta-feira, 7 de dezembro de 2011
FERRARI F40 X FERRARI 599 GTB FIORANO
Enzo Ferrari estava com quase 90 anos no final da década de 80, e sabia que a próxima Ferrari poderia ser o último modelo aprovado por ele. Por isso, quis ter a certeza de que seu último esportivo seria um carro único, que deixasse claro todos os padrões pela qual a marca se baseia e que fosse o melhor carro em tecnologia de ponta para pistas até então. E comemorando os quarenta anos da marca, surgiu a Ferrari F40, um dos maiores clássicos da “Cavallino Rampante”, e possivelmente um dos carros mais famosos do mundo.Em 2006, 19 anos depois do lançamento da lenda acima, a Ferrari preparava um novo modelo. O estúdio Pininfarina, o mesmo responsável pela F40, preparou um carro que seria a nova bandeira da marca. Com 5999 cc, a nova Ferrari era um puro-sangue: uma berlinetta gran turismo testada na casa da montadora, a pista de Fiorano, em Maranello, na Itália. Ou, Ferrari 599 GTB Fiorano, para os íntimos.Os dois carros são separados por quase duas décadas. E a F40 é um clássico insuperável, não em números, mas em carisma e na legião de fãs. Mas a Ferrari quer fazer da 599 GTB Fiorano um clássico tão grande quanto, e para isso preparou um vídeo intutulado "Duelo pela Coroa" (Duel for the Crown, em inglês) com uma disputa simulada entre os dois, um tanto quanto injusto, se pensarmos as novas tecnologias do modelo de 2006. E a vitória da 599 GTB causou furor entre os fãs, que discutem nas redes sociais defendendo o modelo preferido de cada.Preferências à parte, o triunfo da Ferrari 599 GTB Fiorano se comprovaria em um teste real. Ela faz de 0 a 100 em apenas 3.7s, contra 4.1s da F40, e tem máxima superior a 330 km/h, enquanto a lenda faz 324 km/h. A frenagem de 100 a 0 é mais de 10m mais curta, com 33m da “novata” e 45,7m da “anciã”.
Investimento da Ford
Novo modelo global da marca será fabricado em São Bernardo do Campo
A Ford anunciou que irá investir 800 milhões de reais na construção de um carro totalmente novo e global. O modelo será produzido na planta de São Bernardo do Campo, mas a marca não confirma qual será o novo modelo, mas a aposta mais segura é que se trate do Novo Ford Ka. A certeza é que não será nem o Novo EcoSport nem a Nova Ford Ranger. Os modelos estão confirmados para 2012, mas o Eco será fabricado em Camaçari, enquanto a picape virá daArgentina, com produção em General Pacheco.
sábado, 26 de novembro de 2011
Subaru revela o mais Impreza WRX STi mais forte!!!
A Subaru divulgou as primeiras imagens e informações oficiais do Impreza WRX STI S206, a versão mais «explosiva» da actual geração Impreza, antes da sua apresentação oficial no Salão Automóvel de Tóquio, dentro de uma semana.
Esta edição especial Impreza WRX STi S206 tem uma produção limitada a apenas 300 unidades, das quais 100 são edições NBR, entretanto já esgotadas, e distingue-se por um motor exclusivo e uma série de «upgrades» que vincam o carácter agressivo da versão mais desejada da gama Impreza.
Entre as alterações, destaque para uma suspensão revista, e um motor boxer de 2.0 litros, de quatro cilindros, mais potente, com um acréscimo de 20cv, passando a debitar algo como 320 cv e um binário final de 431 Nm. Para isso, foi introduzido um turbo-compressor com dupla entrada, centralina STI e escape com baixa pressão.
Em complemento, a Subaru lança a edição especial «NBR Challenge Package» do S206, que comemora a vitória da marca japonesa nas 24 Horas de Nürburgring. As diferenças encontram-se ao nível do tejadilho em fibra de carbono e um indiscreto spoiler traseiro.
Esta edição especial Impreza WRX STi S206 tem uma produção limitada a apenas 300 unidades, das quais 100 são edições NBR, entretanto já esgotadas, e distingue-se por um motor exclusivo e uma série de «upgrades» que vincam o carácter agressivo da versão mais desejada da gama Impreza.
Entre as alterações, destaque para uma suspensão revista, e um motor boxer de 2.0 litros, de quatro cilindros, mais potente, com um acréscimo de 20cv, passando a debitar algo como 320 cv e um binário final de 431 Nm. Para isso, foi introduzido um turbo-compressor com dupla entrada, centralina STI e escape com baixa pressão.
Em complemento, a Subaru lança a edição especial «NBR Challenge Package» do S206, que comemora a vitória da marca japonesa nas 24 Horas de Nürburgring. As diferenças encontram-se ao nível do tejadilho em fibra de carbono e um indiscreto spoiler traseiro.
sexta-feira, 25 de novembro de 2011
Óleos Lubrificantes Automotivos.
Óleo lubrificante



Evolução da classificação Commercial ou
Compression:
API e SAE
Estas são siglas das principais entidades internacionais que são responsáveis pela elaboração de uma série de normas (baseadas em testes específicos) para a classificação dos lubrificantes, de acordo com seu uso. Desta forma, o consumidor tem como identificar se o lubrificante atende às exigências de seu equipamento, consultando seu manual.
API - American Petroleum Institute
Grupo que elaborou, em conjunto com a ASTM (American Society for Testing and Materials), especificações que definem níveis de desempenho que os óleos lubrificantes devem atender. Essas especificações funcionam como um guia para a escolha por parte do consumidor. Para carros de passeio, por exemplo, temos os níveis API SL, SJ, SH, SG, etc.. O "S" desta sigla significa Service Station, e a outra letra define o desempenho. O primeiro nível foi o API SA, obsoleto há muito tempo, consistindo em um óleo mineral puro, sem qualquer aditivação. Com a evolução dos motores, os óleos sofreram modificações, através da adição de aditivos, para atender às exigências dos fabricantes dos motores no que se refere à proteção contra desgaste e corrosão, redução de emissões e da formação de depósitos, etc.. Atualmente, o nível API SL é o mais avançado. No caso de motores diesel, a classificação é API CI-4, CH-4, CG-4, CF, etc. O "C" significa Commercial. A API classifica ainda óleos para motores dois tempos e óleos para transmissão e engrenagens.
A especificação API GL-4 designa um serviço de engrenagens hipóides de carros de passageiros e outros equipamentos automotivos, operando sob condições de alta velocidade e baixo torque ou vice-versa. O produto da Ingrax para esta aplicação é o UniGerol EP.
Já a especificação API GL-5 é designada também para engrenagens hipóides, operando sob condições de alta velocidade e cargas instantâneas (choque), situação encontrada em caixas de mudanças de caminhões e em eixos traseiros (diferenciais). O produto Ingrax para esta aplicação é o MultiGerolEP.
A utilização de um óleo API GL-5 na transmissão ao invés do GL-4 irá gerar problemas de engate e "arranhamento" durante a troca de marchas, comprometendo a vida útil da caixa de mudanças. Este problema é decorrente do maior teor de aditivos dos óleos API GL-5 em relação aos API GL-4, que acabam interferindo negativamente no funcionamento do mecanismo de sincronização das marchas.
SAE - Society of Automotive Engineers
É a classificação mais antiga para lubrificantes automotivos, definindo faixas de viscosidade e não levando em conta os requisitos de desempenho. Apresenta uma classificação para óleos de motor e outra específica para óleos de transmissão.
Os números (20W/40, 50 e etc.) que aparecem nas embalagens dos óleos lubrificantes automotivos correspondem à classificação da SAE (Society of Automotive Engineers), que se baseia na viscosidade dos óleos a 100ºC, apresentando duas escalas: uma de baixa temperatura (de 0W até 25W) e outra de alta temperatura (de 20 a 60). A letra "W" significa "Winter" (inverno, em inglês) e ela faz parte do primeiro número, como complemento para identificação. Quanto maior o número, maior a viscosidade, ou seja, mais grosso, o quê facilita para o óleo suportar maiores temperaturas. Graus menores suportam baixas temperaturas sem se solidificar ou prejudicar a bombeabilidade, pois são mais finos que os graus maiores.
Um óleo do tipo monograu ou monoviscoso (como o Uni Power Motor Oil) só pode ser classificado em um tipo escala (o Uni Power Motor Oil apresenta os graus 30, 40 ou 50). Já um óleo com um índice de viscosidade maior pode ser enquadrado nas duas faixas de temperatura, por apresentar menor variação de viscosidade em virtude da alteração da temperatura. Desta forma, um óleo multigrau ou multiviscoso SAE 20W/40 se comporta a baixa temperatura como um óleo 20W reduzindo o desgaste na partida do motor ainda frio e em alta temperatura se comporta como um óleo SAE 40, tendo uma ampla faixa de utilização. O Uni Super Power, o Fórmula Uni SL e o Fórmula SYNTH são alguns exemplos de óleos multigrau ou multiviscosos de nossa linha de lubrificantes automotivos.
Quando for usar um óleo em seu carro, consulte o manual e fique atento a estas especificações. Eis alguns exemplos:
Uni Super Power SAE 20W/40 – API SE
Uni SF SAE 20W/40 – API SF
Uni GTS SAE 20W/50 – API SF
Uni Premium SAE 20W/50 – API SJ
Fórmula Uni SL SAE 20W/50 e 15W/40 – API SL
Fórmula TECH SAE 15W/40 – API SL
Fórmula SYNTH SAE 5W/40 – API SL
Os óleos lubrificantes são
substâncias utilizadas para reduzir o atrito, lubrificando e aumentando a vida
útil dos componentes móveis das máquinas.
Os óleos lubrificantes podem ser
de origem animal ou vegetal (óleos graxos), derivados de petróleo (óleos minerais) ou produzidos
em laboratório (óleos sintéticos), podendo ainda ser constituído pela mistura
de dois ou mais tipos (óleos compostos).
Características
As principais características dos
óleos lubrificantes são a viscosidade, o índice
de viscosidade (IV) e a
densidade.
A viscosidade mede a dificuldade
com que o óleo escorre (escoa); quanto mais viscoso for um lubrificante (mais
grosso), mais difícil de escorrer, portanto será maior a sua capacidade de
manter-se entre duas peças móveis fazendo a lubrificação das mesmas.
A viscosidade dos lubrificantes
não é constante, ela varia com a temperatura. Quando esta aumenta a viscosidade
diminui e o óleo escoa com mais facilidade. O Índice de Viscosidade (IV) mede a
variação da viscosidade com a temperatura. Quanto maior o IV, menor será a variação
de viscosidade do óleo lubrificante, quando submetido a diferentes valores de
temperatura
Densidade indica a massa de um
certo volume de óleo a uma certa temperatura, é importante para indicar se
houve contaminação ou deterioração de um lubrificante.
Aditivos
Para conferir, retirar ou
melhorar certas propriedades especiais dos lubrificantes, que não condizem com
o desejado, especialmente quando o lubrificante é submetido a condições severas
de trabalho, são adicionados produtos químicos aos óleos lubrificantes, que são
chamados aditivos.
Os principais tipos de aditivos
são: anti-corrosivos, anti-espumantes, detergente-dispersante, melhoradores do
Índice de Viscosidade, agentes de extrema pressão, etc.
Para facilitar a escolha do
lubrificante correto para veículos automotivos várias são as classificações,
sendo as principais SAE e API.
Classificação SAE: estabelecida pela Sociedade dos
Engenheiros Automotivos dos Estados Unidos, classifica os óleos lubrificantes pela sua
viscosidade, que é indicada por um número. Quanto maior este número, mais
viscoso é o lubrificante e são divididos em três categorias:
- Óleos de Verão: SAE 20, 30, 40, 50, 60
- Óleos de Inverno: SAE 0W, 5W, 10W, 15W, 20W,
25W
- Óleos multiviscosos (inverno e verão): SAE
20W-40, 20W-50, 15W-50
Obs.: a letra "W" vem
do inglês "winter" que significa inverno.
Classificação API: desenvolvida pelo Instituto Americano do
Petróleo, também
dos Estados Unidos da América, baseia-se em níveis de
desempenho dos óleos lubrificantes, isto é, no tipo de serviço do qual a máquina estará sujeita. São
classificados por duas letras, a primeira indica o tipo de combustível do motor e a segunda o tipo de
serviço.
Os óleos lubrificantes para
motores a gasolina e álcool e GNV (Gás
natural veicular) de 4
tempos atualmente no mercado são apresentados na tabela abaixo. O óleo SJ é
superior ao SH, isto é, o SJ passa em todos os testes que o óleo SH passa, e em
outros que o SH não passa. O Óleo SH por sua vez é superior ao SG, assim
sucessivamente. Os óleos lubrificantes para motores a gasolina 2 tempos, como
os usados em motoserras, abrangem 3 níveis de
desempenho: API TA, TB e TC.
A classificação API, para motores
diesel, é mais complexa que para motores a gasolina, álcool e GNV, pois devido às evoluções
que sofreu, foram acrescentados números, para indicar o tipo de motor (2 ou 4
tempos) a que se destina o lubrificante.
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Os óleos lubrificantes são
substâncias utilizadas para reduzir o atrito lubrificando e aumentando a vida
útil das máquinas
Os óleos lubrificantes podem ser
de origem animal ou vegetal (óleos graxos), derivados de petróleo (óleos
minerais) ou produzidos em laboratório (óleos sintéticos), podendo ainda ser
constituído pela mistura de dois ou mais tipos (óleos compostos).
As principais características dos
óleos lubrificantes são a viscosidade, o índice de viscosidade (IV) e a
densidade.
A viscosidade mede a dificuldade
com que o óleo escorre (escoa); quanto mais viscoso for um lubrificante (mais
grosso), mais difícil de escorrer, portanto será maior a sua capacidade de manter-se
entre duas peças móveis fazendo a lubrificação das mesmas.
Densidade indica o peso de uma
certa quantidade de óleo a uma certa temperatura, é importante para indicar se
houve contaminação ou deterioração de um lubrificante.
Para conferir-lhes certas
propriedades especiais ou melhorar alguma já existentes, porém em grau
insuficiente, especialmente quando o lubrificante é submetido a condições
severas de trabalho, são adicionados produtos químicos aos óleos lubrificantes,
que são chamados aditivos.
Os principais tipos de
aditivos são: anti-oxidantes, anti-corrosivos, anti-ferrugem,
anti-espumantes, detergente-dispersante, melhoradores do Índice de Viscosidade,
agentes de extrema pressão, etc.
Óleos para motores –
Classificações
Para facilitar a escolha do
lubrificante correto para veículos automotivos várias são as classificações,
sendo as principais SAE e API.
Classificação SAE:
Estabelecida pela Sociedade dos
Engenheiros Automotivos dos Estados Unidos, classifica os óleos lubrificantes
pela sua viscosidade, que é indicada por um número. Quanto maior este número,
mais viscoso é o lubrificante e são divididos em três categorias:
- Óleos de Verão: SAE 20, 30, 40, 50, 60
- Óleos de Inverno: SAE 0W, 5W, 10W, 15W, 20W,
25W
- Óleos multiviscosos (inverno e verão): SAE
20W-40, 20W-50, 15W-50
Obs.: a letra “W” vem do inglês
“winter” que significa inverno.
Viscosidade de Óleos
Como viscosidade ou tenacidade de um líquido se entende a
resistência que
as moléculas de um líquido fazem contra um deslocamento. Essa resistência
é também chamada atrito interno.
as moléculas de um líquido fazem contra um deslocamento. Essa resistência
é também chamada atrito interno.
- Viscosidade cinemática
Relação viscosidade/densidade
indicada em mm2/s ( antigamente, centistoke).
- Viscosidade dinâmica
É a medida da resistência interna
que o óleo lubrificante forma contra o fluxo
(por exemplo, fluxo através de tubulações, fluxo na fenda de lubrificação).
A visc.dinâmica é denominada em Centipoise (cP).
(por exemplo, fluxo através de tubulações, fluxo na fenda de lubrificação).
A visc.dinâmica é denominada em Centipoise (cP).
Para medir as viscosidades temos
diversos aparelhos de medição (viscosímetros).
A indicação é em mm2/s, antigamente se utilizavam graus Engler (°E ) ou
Centistokes (cSt).
A indicação é em mm2/s, antigamente se utilizavam graus Engler (°E ) ou
Centistokes (cSt).
Existem outros institutos de
classificação além do SAE, o AGMA e ISO VG.
Classificação API:
Desenvolvida pelo Instituto
Americano do Petróleo, também dos Estados Unidos, baseia-se em níveis de
desempenho dos óleos lubrificantes, isto é, no tipo de serviço a que a máquina
estará sujeita. São classificados por duas letras, a primeira indica basicamente
tipo de combustível do motor e a segunda o tipo de serviço.
Para motores de veículos leves (Ciclo
Otto) o “S” de Service Station (Postos de Serviço, Garagem) ou Spark
(Faísca / Centelha), e a outra letra define o desempenho.
O óleo SJ é superior ao SH, isto
é, o SJ passa em todos os testes que o óleo SH passa, e em outros que o SH não
passa.O Óleo SH por sua vez é superior ao SG, assim sucessivamente.
O primeiro nível foi o API SA,
obsoleto há muito tempo, consistindo em um óleo mineral puro, sem qualquer
aditivação.
No caso de motores diesel, a classificação é API CI-4,
CG-4, CF-4, CF, CE, etc. O “C” de Commercial (Linha Comercial, Frotas), ou
Compression (Compressão).
A API classifica ainda óleos para
motores dois tempos e óleos para transmissão e engrenagens.
Os óleos lubrificantes para
motores a gasolina 2 tempos, como os usados em motoserras, abrangem 3 níveis de
desempenho: API TA, TB e TC.
O Instituto Americano do Petróleo
(API) estabelece estes parâmetros de desempenho, através de uma sequência de
testes complexos e específicos, de acordo com metodologias padronizadas pela
ASTM (American Society for Testing and Materials).
- ACEA: Association of Constructors of European
Automobiles;
- ILSAC: International Lubricant Standardisation &
Approval Committee,
- Montadoras: os fabricantes de veículos e de motores
também têm desenvolvido testes e especificações próprias para
lubrificantes.
A avaliação de desempenho dos
lubrificantes é uma seqüência de testes de campo e em laboratórios de motores.
A seqüência de testes determina os padrões de condições que os componentes
internos do motor devem apresentar após rodar com o lubrificante em teste.
- Evolução da classificação Service Station ou
Spark:
SA, SB, SC, SD Criadas a partir dos anos 30,
atualmente estão obsoletas.
- SE Criada em 1972, especificação de serviço
típica de motores a gasolina de veículos leves e alguns caminhões modelos
1971 a 1979.
- SF Criada em 1980, especificação de serviço
típica de motores a gasolina de veículos leves e alguns caminhões modelos
1980 a 1989. Proporciona maior estabilidade a oxidação.
- SG Criada em 1989, especificação de serviço
típica de motores a gasolina de veículos leves, vans e caminhonetes que
solicitem esta especificação. Proporciona maior controle de depósitos no
motor e estabilidade a oxidação.
- SH Criada em 1992, especificação de serviço
típica recomendada para uso em motores a gasolina de veículos leves, vans
e caminhonetes que solicitem esta especificação. Supera as especificações
anteriores quanto a controle de depósitos, oxidação do óleo, desgaste e
corrosão.
- SJ Criada em 1996, especificação de serviço
típica de motores a gasolina de veículos leves, vans e caminhonetes que
solicitem esta especificação. Supera e substitui todas as especificações
anteriores.
Importante: As classificações “C” passaram
por testes diferentes e necessariamente não substituem / superam uma a outra
como as classificações “S”. Então observe que nem todas superam uma a outra e
tenha cuidado na aplicação.
Descrição da Categoria
- CA, CB Criadas a partir dos anos 40,
atualmente estão obsoletas.
- CC Criada em 1961, para uso em motores em
condições de serviço moderado.
- CD Criada em 1955, para uso em motores
aspirados ou turbinados em condições de serviço pesado.
- CE Criada em 1983, serviço típico de motores
diesel turbinados em condições de serviço pesado.
- CF Criada em 1994, para uso em motores
aspirados ou turbinados que utilizam diesel com alto teor de enxofre.
- CF-4 Criado em 1990, serviço típico de veículos
diesel ligeiro, e caminhões em serviço extra-pesado. Supera todos os
níveis anteriores.
- CG-4 Criado em 1994, esta categoria de serviço
é adequada para veículos diesel ligeiro em aplicações dentro e fora de
estrada. Supera todos os níveis anteriores.
- CH-4 Criado em 1994, esta categoria de serviço
provê melhor controle de fuligem em motores aspirados ou turbinados que
utilizam diesel com alto teor de enxofre, em aplicações dentro e fora de
estrada. Supera todos os níveis anteriores.
Estas são siglas das principais entidades internacionais que são responsáveis pela elaboração de uma série de normas (baseadas em testes específicos) para a classificação dos lubrificantes, de acordo com seu uso. Desta forma, o consumidor tem como identificar se o lubrificante atende às exigências de seu equipamento, consultando seu manual.
API - American Petroleum Institute
Grupo que elaborou, em conjunto com a ASTM (American Society for Testing and Materials), especificações que definem níveis de desempenho que os óleos lubrificantes devem atender. Essas especificações funcionam como um guia para a escolha por parte do consumidor. Para carros de passeio, por exemplo, temos os níveis API SL, SJ, SH, SG, etc.. O "S" desta sigla significa Service Station, e a outra letra define o desempenho. O primeiro nível foi o API SA, obsoleto há muito tempo, consistindo em um óleo mineral puro, sem qualquer aditivação. Com a evolução dos motores, os óleos sofreram modificações, através da adição de aditivos, para atender às exigências dos fabricantes dos motores no que se refere à proteção contra desgaste e corrosão, redução de emissões e da formação de depósitos, etc.. Atualmente, o nível API SL é o mais avançado. No caso de motores diesel, a classificação é API CI-4, CH-4, CG-4, CF, etc. O "C" significa Commercial. A API classifica ainda óleos para motores dois tempos e óleos para transmissão e engrenagens.
A especificação API GL-4 designa um serviço de engrenagens hipóides de carros de passageiros e outros equipamentos automotivos, operando sob condições de alta velocidade e baixo torque ou vice-versa. O produto da Ingrax para esta aplicação é o UniGerol EP.
Já a especificação API GL-5 é designada também para engrenagens hipóides, operando sob condições de alta velocidade e cargas instantâneas (choque), situação encontrada em caixas de mudanças de caminhões e em eixos traseiros (diferenciais). O produto Ingrax para esta aplicação é o MultiGerolEP.
A utilização de um óleo API GL-5 na transmissão ao invés do GL-4 irá gerar problemas de engate e "arranhamento" durante a troca de marchas, comprometendo a vida útil da caixa de mudanças. Este problema é decorrente do maior teor de aditivos dos óleos API GL-5 em relação aos API GL-4, que acabam interferindo negativamente no funcionamento do mecanismo de sincronização das marchas.
SAE - Society of Automotive Engineers
É a classificação mais antiga para lubrificantes automotivos, definindo faixas de viscosidade e não levando em conta os requisitos de desempenho. Apresenta uma classificação para óleos de motor e outra específica para óleos de transmissão.
Os números (20W/40, 50 e etc.) que aparecem nas embalagens dos óleos lubrificantes automotivos correspondem à classificação da SAE (Society of Automotive Engineers), que se baseia na viscosidade dos óleos a 100ºC, apresentando duas escalas: uma de baixa temperatura (de 0W até 25W) e outra de alta temperatura (de 20 a 60). A letra "W" significa "Winter" (inverno, em inglês) e ela faz parte do primeiro número, como complemento para identificação. Quanto maior o número, maior a viscosidade, ou seja, mais grosso, o quê facilita para o óleo suportar maiores temperaturas. Graus menores suportam baixas temperaturas sem se solidificar ou prejudicar a bombeabilidade, pois são mais finos que os graus maiores.
Um óleo do tipo monograu ou monoviscoso (como o Uni Power Motor Oil) só pode ser classificado em um tipo escala (o Uni Power Motor Oil apresenta os graus 30, 40 ou 50). Já um óleo com um índice de viscosidade maior pode ser enquadrado nas duas faixas de temperatura, por apresentar menor variação de viscosidade em virtude da alteração da temperatura. Desta forma, um óleo multigrau ou multiviscoso SAE 20W/40 se comporta a baixa temperatura como um óleo 20W reduzindo o desgaste na partida do motor ainda frio e em alta temperatura se comporta como um óleo SAE 40, tendo uma ampla faixa de utilização. O Uni Super Power, o Fórmula Uni SL e o Fórmula SYNTH são alguns exemplos de óleos multigrau ou multiviscosos de nossa linha de lubrificantes automotivos.
Quando for usar um óleo em seu carro, consulte o manual e fique atento a estas especificações. Eis alguns exemplos:
Uni Super Power SAE 20W/40 – API SE
Uni SF SAE 20W/40 – API SF
Uni GTS SAE 20W/50 – API SF
Uni Premium SAE 20W/50 – API SJ
Fórmula Uni SL SAE 20W/50 e 15W/40 – API SL
Fórmula TECH SAE 15W/40 – API SL
Fórmula SYNTH SAE 5W/40 – API SL
quarta-feira, 23 de novembro de 2011
Perigo no Transito? Saiba como proceder
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10 mandamentos para economizar o combustível do carro
Essas dicas rápidas servem para você economizar combustível: 1 - Não estique as marchas, trocando-as numa rotação mais adequada. 2 - Aceleração progressiva e controlada. Nada de arrancadas e freadas bruscas. 3 - Sempre faça as revisões e manutenções preventivas nos bicos, velas, e peças necessárias. 4 - Escolha bem o posto onde vai abastecer para evitar prejuízos com combustível adulterado. 5 - Utilize preferencialmente gasolina aditivada, ou aditivos para manter o sistema 'limpo'. 6 - Verifique rotineiramente as condições do filtro de ar. 7 - Não ultrapasse a velocidade limite do carro. 8 - Faça uso do freio motor em declives acentuados. 9 - Sempre deixe os pneus na calibragem correta, e não carregue peso 'morto' (desnecessário) no carro. 10 - Use o ar-condicionado sempre que necessário, mas sem exageros. |
Nissan GT-R 2013
GT-R. O bólido da Nissan mostra mais uma vez porque é algo a ser temido pelos rivais. A versão 2013 do modelo é espantosamente rápida.
No entanto, uma hora ela terá de fazer isso, e aí sim saberemos com quantos cavalos se consegue ir de 0 a 100 km/h em menos de três segundos.
Pois é, ela não disse nada, mas para aguçar a curiosidade alheia, divulgou um vídeo com o GT-R 2013 disparando até os 100 km/h em apenas 2,84 segundos!
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