segunda-feira, 18 de junho de 2012

Para não dormir no volante


Volante vibrante ajuda motoristas manterem os olhos na estrada


Volante vibrante ajuda motoristas manterem os olhos na estrada

Vibrações benéficas
Tão logo o volante do seu carro começa a apresentar vibrações, você corre para balancear as rodas, certo?
Apesar de ser algo muito incômodo, engenheiros estão propondo que um volante vibrante pode ser a forma mais eficaz de fazer com que o motorista mantenha sua atenção firme no trânsito.
Mas não será uma vibração qualquer - é o que seus idealizadores chamam de volante háptico, um dispositivo capaz de gerar feedback sensorial.
A ideia é fornecer um mecanismo adicional aos navegadores GPS, fazendo o volante tremer seletivamente para indicar a direção a ser tomada, ou alertar de perigos, como um pedestre proximo do veiculo.
Feedback sensorial
Nos testes, sobretudo os motoristas mais jovens mostraram-se muito menos distraídos com a tela do navegador quando era fornecido um feedback sensorial adicional na forma de uma tremidinha básica no volante.
Para os motoristas mais idosos, contudo, a simples adição de estímulos sensoriais não aumenta o desempenho e a segurança ao dirigir - o melhor seria substituir estímulos.
"Nossos resultados sugerem que, à medida que os sistemas de navegação se tornam mais sofisticados, o melhor será personalizar o sistema de feedback sensorial, ao menos em parte, de acordo com a idade do motorista," disse SeungJun Kim, da Universidade Carnegie Mellon.
Volante háptico
Vibrações controladas no volante já são usadas por alguns fabricantes em modelos mais luxuosos, para alertar os motoristas de perigos na estrada.
Mas o novo volante háptico que está sendo desenvolvido pela equipe do professor Kim é totalmente configurável, sendo capaz de emitir pulsações de forma mais seletiva, passando informações diferentes para o motorista.
São nada menos do que 20 atuadores, que podem ser acionados em qualquer ordem.
A vibração pode literalmente "caminhar" pelo volante, para indicar direções a tomar, ou vibrar naquilo que os engenheiros chamam de "modo pulsante total", para alertar sobre perigos, apenas para citar dois exemplos.
O trabalho agora está se concentrando no desenvolvimento de padrões de vibração que passem automaticamente para as pessoas uma sensação motora do tipo de alerta que se quer dar, de forma natural.
"Usando essas dicas pela vibração, nós estamos aproveitando algo com que as pessoas já estão familiarizadas, tornando o aprendizado mais fácil," afirmou Kevin Li, que está desenvolvendo esta parte da pesquisa.

Transito sem congestionamento


Honda cria sistema capaz de evitar congestionamentos


Honda cria sistema capaz de evitar congestionamentos





Oráculo do congestionamento
A Honda anunciou o desenvolvimento do primeiro sistema prático capaz de detectar congestionamentos de trânsito antes que eles ocorram.
Na verdade, mais do que prever, o objetivo do sistema é evitar que os congestionamentos ocorram.
Esta é, por exemplo, a deficiência do sistema de controle automatizado de transito atualmente em testes na Alemanha.
Anti-motorista trapalhão
A Honda desenvolveu sua tecnologia de previsão de engarrafamentos baseando-se no pressuposto de que o comportamento de aceleração e desaceleração de cada veículo, ou de um único veículo, influencia o padrão de tráfego dos veículos que vêm atrás.
Assim, o sistema pode ser empregado usando como entrada apenas as imagens de câmeras estrategicamente colocadas.
As informações são passadas a cada motorista cujo comportamento pode resultar em um congestionamento à sua retaguarda, na forma de um código de cores que o ajuda a dirigir de forma mais suave.
O grande objetivo é evitar um modo de dirigir muito típico, mas muito ineficiente, marcado por acelerações e frenagens, que influenciam os motoristas que vêm atrás.
O segredo está em dosar o acelerador e economizar combustível, freios, pneus, e o tempo de que vem atrás.
Teste real
Os testes mostraram que o sistema ajudou a aumentar a velocidade média do trânsito em uma avenida em 23%, além de uma economia de 8% no consumo de combustível dos "veículos-líderes" da demonstração.
Estes testes foram feitos em ambiente controlado, com a ajuda de engenheiros da Universidade de Tóquio.
Para uma avaliação em condições reais de operação, a empresa anunciou que colocará o sistema de previsão de engarrafamentos em testes na Itália, neste mês de Maio, e na Indonésia, em Julho.
Piloto automático
O inconveniente do sistema é a dependência de um dispositivo eletrônico a ser adotado por todos os motoristas.
Mas, além de afirmar que telefones celulares e um processamento centralizado em nuvem podem ser adequados, e gerar ganhos ainda maiores do que os obtidos em condições de laboratório, a empresa está de olho em novas gerações de automóveis.
Os ganhos realmente significativos, segundo os engenheiros da empresa, virão com automóveis dotados de uma nova geração de sistemas adaptativos de controle de velocidade, comumente chamados de "pilotos automáticos".
Esses sistemas receberiam os dados da central e ajustariam a velocidade dos carros automaticamente, sem deixar que os motoristas interfiram com os resultados dos algoritmos, cuidadosamente desenvolvidos para garantir o melhor fluxo possível do trânsito.

Primeiro carro sem motorista é licenciado nos EUA


Primeiro carro sem motorista é licenciado nos EUA


Primeiro carro sem motorista é licenciado nos EUA


Europa quer carros sem motorista nas estradas em dez anos, mas foram os Estados Unidos que saíram na frente.
O estado de Nevada acaba de dar autorização para a circulação doGoogle Driverless Car - carro sem motorista da empresa Google.
Na verdade, mais de mil carros inteligentes já estão sendo testados na Europa, mas em condições de avaliação, sem uma licença definitiva.
No Brasil várias equipes trabalham com sistemas autônomos de navegação para veículos.
Para orientar a navegação do carro, o veículo traz câmeras no teto, radares e um laser que o ajuda a "ver" pedestres, ciclistas e os demais carros na estrada.
É reconhecido internacionalmente que a maioria dos acidentes de automóveis ocorre por falha humana.

Lubrificantes com água?


Lubrificantes com água?

Biolubrificantes: melhor lubrificação sem óleo
Lubrificação contra o calor
Não é apenas o motor do seu carro que precisa de óleo lubrificante.
Inúmeros processos industriais dependem de fresas e tornos para cortar e esculpir peças de aço e ligas metálicas ainda mais duras.
Embora o trabalho seja desgastar o bloco bruto de metal, o lubrificante é tão importante aqui quanto o é quando o objetivo é evitar o desgaste.
Ocorre que, para fazer seu trabalho, a ferramenta - a ponta dura que desbasta o metal - não pode superaquecer-se, o que a destruiria em poucos segundos.
Hoje utiliza-se sobretudo o óleo mineral na maior parte dessas operações.
Segundo o Dr. Peter Eisner, do Instituto Fraunhofer, na Alemanha, isso coloca algumas restrições nas operações, devido, entre outros fatores, à flamabilidade do óleo derivado de petróleo.
Mas ele e seus colegas já estão com a solução pronta.
Lubrificação à base de água
Eisner e seus colegas descobriram uma forma de usar água como base para o resfriamento das ferramentas, e sem adicionar um elemento corrosivo à equação.
A solução encontrada foi tornar a água mais viscosa com a adição de componentes biológicos, todos renováveis.
A equipe avaliou celuloses, amido e até polissacarídeos de origem bacteriana, até descobrir a fórmula ideal que permite usar apenas água com biopolímeros para lubrificar as máquinas-ferramentas.
O resultado é um biolubrificante, devidamente aprimorado com a adição de aditivos solúveis em água, que funcionam como agente anticorrosivo.
Água viscosa
Segundo o grupo, sua "água viscosa" é mais eficiente do que o óleo mineral, prolongando a vida útil das ferramentas e tornando a limpeza dos equipamentos e dos produtos finais mais fácil.
Além disso, a lubrificação à base de água é uma solução inteiramente renovável, sem os problemas ambientais associados com o descarte do óleo mineral usado.
O biolubrificante já foi licenciado para uma empresa alemã, e deverá chegar ao mercado nos próximos meses.

Problemas com Operação Maré vermelha.


Desde março deste ano a Receita Federal do Brasil deflagrou a operação Maré Vermelha. Tal operação tem como justificativa a detecção de fraudes nos sistema de importação, para tanto foi empregado maior rigor na fiscalização. Entretanto encomendas de produtos adquiridos no exterior podem demorar até 120 dias para chegar às residências, graças aos atrasos na alfândega.
O grande problema é que este maior rigor na fiscalização não veio acompanhado de um aumento de efetivo bem como de infraestrutura,mas segundo alguns jornais não há concursos para vagas no setor de fiscalização faz 3 anos, e a defasagem de pessoal é de mais de 8 mil funcionários, ainda segundo os jornais não há uma avaliação real dos principais crimes no comércio exterior: o subfaturamento e a prática de dumping – a comercialização de produtos por preços inferiores ao seu valor de mercado. “Cada fiscal faz a conferência à sua maneira. É tudo muito subjetivo. Ambos os crimes são de difícil avaliação”.
Gustavo Dedivitis, presidente da Associação Brasileira dos Importadores e Distribuidores de Bens de Consumo (Abcon), diz haver uma tendência do governo em retalhar importadores de produtos populares. Dois meses após deflagrada a Maré Vermelha, a Receita Federal ainda não possui qualquer relatório sobre os resultados da operação.
O prejuízo é ainda maior para grandes importadores, pois muitos tem valor de frete fechado para que o navio fique no porto por 15 dias, e muitos tem passado muito além disso, e nessa situação quem paga as diárias é o importador, esse prejuízo acaba depois sendo diluído nos produtos importados, aumentando ainda mais o valor final dos produtos.
Segundo reportagem da Revista EXAME em alguns portos do país como o de Manaus a fiscalização é realizada por apenas 3 fiscais.Os prejuízos causados pela demora vão desde medicamentos estragados à falta de matéria prima para a indústria. Empresas que fazem o processo de importação (e recebem quando a mercadoria é entregue) já estão “no vermelho”, algumas já fecharam as portas para não amargarem mais prejuízos, pois sem as entregas, não há como receber.
Uma das empresas que mais vem sofrendo com a Maré Vermelha é a Flextronix Brasil, responsável pela fabricação do Xbox360 no Brasil, uma grande parte de sua matéria prima é importada da China, e vem sendo justamente fiscalizada pela operação da Receita Federal, os prejuízos para a empresa são da ordem de 500 mil dólares por semestre.
No início de abril, o próprio ministro da Fazenda, Guido Mantega, ressaltou em cerimônia de lançamento do plano de incentivos econômicos “Brasil Maior 2” que medidas de defesa comercial seriam intensificadas para proteger a indústria doméstica. Em sua apresentação a empresários e jornalistas, a “Maré Vermelha”, que começou em março, aparece com destaque com uma das ações mais importantes a compor essa estratégia. “É a maior operação já executada contra fraudes no comércio exterior”, destacou.
O problema principal da operação não é o aumento da fiscalização em si. O governo, aliás, está correto em fechar o cerco aos fraudadores. A crítica que se faz é direcionada ao despreparo da própria Receita para executar a ação. Como resultado, consumidores enfrentam atrasos de até quatro meses na entrega de suas encomendas. As empresas, por sua vez, sentem os efeitos na diminuição do seu ritmo de produção e muitas até estão fechando as portas.

'Maré Vermelha' fiscalizará importação de calçados
A Receita Federal encerrou nesta terça-feira a operação Passos Largos, iniciada no dia 16 de dezembro de 2011, para combater as importações fraudulentas de calçados. A fiscalização do produto na aduana continuará sendo feita dentro da Operação Maré Vermelha, lançada em março deste ano. A Receita entendeu que a Maré Vermelha, a maior operação já lançada pelo Fisco, ficou a frente à Passos Largos.


No entanto, as mercadorias apreendidas continuarão aguardando o laudo técnico. No mesmo ato em que encerrou a Passos Largos, a Receita fixou um prazo de 15 dias, a partir da retirada da amostra, para que a Associação Brasileira da Indústria de Calçados (Abicalçados) apresente os laudos solicitados.
Em caso de não cumprimento do prazo, os fiscais vão retirar nova amostra para encaminhamento a um perito local que presta serviços na aduana, que deverá se manifestar no prazo máximo de 5 dias. O custo do serviço prestado pelo perito local deverá ser pago pelo importador. Segundo a Receita, como não havia prazo definido, a Abicalçados estava demorando na entrega dos laudos.
A perícia auxilia a Receita na verificação da classificação da mercadoria e dos preços declarados nas guias de importação. O governo quer impedir a entrada no País de produtos com preços subfaturados ou com declaração falsa de origem. Nessas operações especiais da Receita, as compras de calçados do exterior têm inspeção física e documental, o que poderá atrasar a liberação na aduana em até 90 dias, prorrogáveis por igual período de tempo.
Entre tanto alguns brasileiros desesperados com problemas em suas importações tentaram adquirir produtos no país vizinho nosso apenas achando que a operação da receita federal não seja completa em todo nosso territorio,mas como segue uma materia abaixo significa que a operação ainda está a todo vapor e que deve continuar por mais tempo.

Receita apreende R$ 647 mil em mercadorias e veículos no Paraná

A Receita Federal do Brasil (RFB), em operação de repressão ao contrabando e descaminho na BR 277 em Curitiba, apreendeu 9 (nove) veículos e 195 volumes de mercadorias diversas, dentre elas eletrônicos, vestuário, artigos de bazar, informática e cigarros, num valor total estimado em R$ 647 mil (mercadorias e veículos).
A ação que teve início no dia 13 e se estendeu até esse final de semana, contou com o apoio da Polícia Rodoviária Federal e participação do Centro de Cães de Faro de Curitiba - CCF/CTA da RFB, com verificação de volumes, bagagens e veículos. Um dos veículos, que transportava cigarros estrangeiros, tentou fugir da fiscalização, mas foi abordado e o seu condutor preso em flagrante delito