sábado, 26 de novembro de 2011

Subaru revela o mais Impreza WRX STi mais forte!!!

A Subaru divulgou as primeiras imagens e informações oficiais do Impreza WRX STI S206, a versão mais «explosiva» da actual geração Impreza, antes da sua apresentação oficial no Salão Automóvel de Tóquio, dentro de uma semana.

Esta edição especial Impreza WRX STi S206 tem uma produção limitada a apenas 300 unidades, das quais 100 são edições NBR, entretanto já esgotadas, e distingue-se por um motor exclusivo e uma série de «upgrades» que vincam o carácter agressivo da versão mais desejada da gama Impreza.

Entre as alterações, destaque para uma suspensão revista, e um motor boxer de 2.0 litros, de quatro cilindros, mais potente, com um acréscimo de 20cv, passando a debitar algo como 320 cv e um binário final de 431 Nm. Para isso, foi introduzido um turbo-compressor com dupla entrada, centralina STI e escape com baixa pressão. 

Em complemento, a Subaru lança a edição especial «NBR Challenge Package» do S206, que comemora a vitória da marca japonesa nas 24 Horas de Nürburgring. As diferenças encontram-se ao nível do tejadilho em fibra de carbono e um indiscreto spoiler traseiro.

sexta-feira, 25 de novembro de 2011

Óleos Lubrificantes Automotivos.

 Óleo lubrificante
Os óleos lubrificantes são substâncias utilizadas para reduzir o atrito, lubrificando e aumentando a vida útil dos componentes móveis das máquinas.
Os óleos lubrificantes podem ser de origem animal ou vegetal (óleos graxos), derivados de petróleo (óleos minerais) ou produzidos em laboratório (óleos sintéticos), podendo ainda ser constituído pela mistura de dois ou mais tipos (óleos compostos).
Características
As principais características dos óleos lubrificantes são a viscosidade, o índice de viscosidade (IV) e a densidade.
A viscosidade mede a dificuldade com que o óleo escorre (escoa); quanto mais viscoso for um lubrificante (mais grosso), mais difícil de escorrer, portanto será maior a sua capacidade de manter-se entre duas peças móveis fazendo a lubrificação das mesmas.
A viscosidade dos lubrificantes não é constante, ela varia com a temperatura. Quando esta aumenta a viscosidade diminui e o óleo escoa com mais facilidade. O Índice de Viscosidade (IV) mede a variação da viscosidade com a temperatura. Quanto maior o IV, menor será a variação de viscosidade do óleo lubrificante, quando submetido a diferentes valores de temperatura
Densidade indica a massa de um certo volume de óleo a uma certa temperatura, é importante para indicar se houve contaminação ou deterioração de um lubrificante.
Aditivos
Para conferir, retirar ou melhorar certas propriedades especiais dos lubrificantes, que não condizem com o desejado, especialmente quando o lubrificante é submetido a condições severas de trabalho, são adicionados produtos químicos aos óleos lubrificantes, que são chamados aditivos.
Os principais tipos de aditivos são: anti-corrosivos, anti-espumantes, detergente-dispersante, melhoradores do Índice de Viscosidade, agentes de extrema pressão, etc.
Óleos para motores - Classificações
Para facilitar a escolha do lubrificante correto para veículos automotivos várias são as classificações, sendo as principais SAE e API.
Classificação SAE: estabelecida pela Sociedade dos Engenheiros Automotivos dos Estados Unidos, classifica os óleos lubrificantes pela sua viscosidade, que é indicada por um número. Quanto maior este número, mais viscoso é o lubrificante e são divididos em três categorias:
  • Óleos de Verão: SAE 20, 30, 40, 50, 60
  • Óleos de Inverno: SAE 0W, 5W, 10W, 15W, 20W, 25W
  • Óleos multiviscosos (inverno e verão): SAE 20W-40, 20W-50, 15W-50
Obs.: a letra "W" vem do inglês "winter" que significa inverno.
Classificação API: desenvolvida pelo Instituto Americano do Petróleo, também dos Estados Unidos da América, baseia-se em níveis de desempenho dos óleos lubrificantes, isto é, no tipo de serviço do qual a máquina estará sujeita. São classificados por duas letras, a primeira indica o tipo de combustível do motor e a segunda o tipo de serviço.
Os óleos lubrificantes para motores a gasolina e álcool e GNV (Gás natural veicular) de 4 tempos atualmente no mercado são apresentados na tabela abaixo. O óleo SJ é superior ao SH, isto é, o SJ passa em todos os testes que o óleo SH passa, e em outros que o SH não passa. O Óleo SH por sua vez é superior ao SG, assim sucessivamente. Os óleos lubrificantes para motores a gasolina 2 tempos, como os usados em motoserras, abrangem 3 níveis de desempenho: API TA, TB e TC.
A classificação API, para motores diesel, é mais complexa que para motores a gasolina, álcool e GNV, pois devido às evoluções que sofreu, foram acrescentados números, para indicar o tipo de motor (2 ou 4 tempos) a que se destina o lubrificante.
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Os óleos lubrificantes são substâncias utilizadas para reduzir o atrito lubrificando e aumentando a vida útil das máquinas
Os óleos lubrificantes podem ser de origem animal ou vegetal (óleos graxos), derivados de petróleo (óleos minerais) ou produzidos em laboratório (óleos sintéticos), podendo ainda ser constituído pela mistura de dois ou mais tipos (óleos compostos).
As principais características dos óleos lubrificantes são a viscosidade, o índice de viscosidade (IV) e a densidade.
A viscosidade mede a dificuldade com que o óleo escorre (escoa); quanto mais viscoso for um lubrificante (mais grosso), mais difícil de escorrer, portanto será maior a sua capacidade de manter-se entre duas peças móveis fazendo a lubrificação das mesmas.
Densidade indica o peso de uma certa quantidade de óleo a uma certa temperatura, é importante para indicar se houve contaminação ou deterioração de um lubrificante.
Para conferir-lhes certas propriedades especiais ou melhorar alguma já existentes, porém em grau insuficiente, especialmente quando o lubrificante é submetido a condições severas de trabalho, são adicionados produtos químicos aos óleos lubrificantes, que são chamados aditivos.
Os principais tipos de aditivos são: anti-oxidantes, anti-corrosivos, anti-ferrugem, anti-espumantes, detergente-dispersante, melhoradores do Índice de Viscosidade, agentes de extrema pressão, etc.
Óleos para motores – Classificações
Para facilitar a escolha do lubrificante correto para veículos automotivos várias são as classificações, sendo as principais SAE e API.
Classificação SAE:
Estabelecida pela Sociedade dos Engenheiros Automotivos dos Estados Unidos, classifica os óleos lubrificantes pela sua viscosidade, que é indicada por um número. Quanto maior este número, mais viscoso é o lubrificante e são divididos em três categorias:
  • Óleos de Verão: SAE 20, 30, 40, 50, 60
  • Óleos de Inverno: SAE 0W, 5W, 10W, 15W, 20W, 25W
  • Óleos multiviscosos (inverno e verão): SAE 20W-40, 20W-50, 15W-50
Obs.: a letra “W” vem do inglês “winter” que significa inverno.

Viscosidade de Óleos
Como viscosidade ou tenacidade de um líquido se entende a resistência que
as moléculas de um líquido fazem contra um deslocamento. Essa resistência
é também chamada atrito interno.
  • Viscosidade cinemática
Relação viscosidade/densidade indicada em mm2/s ( antigamente, centistoke).
  • Viscosidade dinâmica
É a medida da resistência interna que o óleo lubrificante forma contra o fluxo
(por exemplo, fluxo através de tubulações, fluxo na fenda de lubrificação).
A visc.dinâmica é denominada em Centipoise (cP).
Para medir as viscosidades temos diversos aparelhos de medição (viscosímetros).
A indicação é em mm2/s, antigamente se utilizavam graus Engler (°E ) ou
Centistokes (cSt).
Existem outros institutos de classificação além do SAE, o AGMA e ISO VG.

Classificação API:
Desenvolvida pelo Instituto Americano do Petróleo, também dos Estados Unidos, baseia-se em níveis de desempenho dos óleos lubrificantes, isto é, no tipo de serviço a que a máquina estará sujeita. São classificados por duas letras, a primeira indica basicamente tipo de combustível do motor e a segunda o tipo de serviço.
Para motores de veículos leves (Ciclo Otto) o “S” de Service Station (Postos de Serviço, Garagem) ou Spark (Faísca / Centelha), e a outra letra define o desempenho.
O óleo SJ é superior ao SH, isto é, o SJ passa em todos os testes que o óleo SH passa, e em outros que o SH não passa.O Óleo SH por sua vez é superior ao SG, assim sucessivamente.
O primeiro nível foi o API SA, obsoleto há muito tempo, consistindo em um óleo mineral puro, sem qualquer aditivação.
No caso de motores diesel, a classificação é API CI-4, CG-4, CF-4, CF, CE, etc. O “C” de Commercial (Linha Comercial, Frotas), ou Compression (Compressão).
A API classifica ainda óleos para motores dois tempos e óleos para transmissão e engrenagens.
Os óleos lubrificantes para motores a gasolina 2 tempos, como os usados em motoserras, abrangem 3 níveis de desempenho: API TA, TB e TC.
O Instituto Americano do Petróleo (API) estabelece estes parâmetros de desempenho, através de uma sequência de testes complexos e específicos, de acordo com metodologias padronizadas pela ASTM (American Society for Testing and Materials).
O API não é o único orgão que homologa e testa lubrificantes, temos também:
  • ACEA: Association of Constructors of European Automobiles;
  • ILSAC: International Lubricant Standardisation & Approval Committee,
  • Montadoras: os fabricantes de veículos e de motores também têm desenvolvido testes e especificações próprias para lubrificantes.
A avaliação de desempenho dos lubrificantes é uma seqüência de testes de campo e em laboratórios de motores. A seqüência de testes determina os padrões de condições que os componentes internos do motor devem apresentar após rodar com o lubrificante em teste.


  • Evolução da classificação Service Station ou Spark:
SA, SB, SC, SD Criadas a partir dos anos 30, atualmente estão obsoletas.
  1. SE Criada em 1972, especificação de serviço típica de motores a gasolina de veículos leves e alguns caminhões modelos 1971 a 1979.
  2. SF Criada em 1980, especificação de serviço típica de motores a gasolina de veículos leves e alguns caminhões modelos 1980 a 1989. Proporciona maior estabilidade a oxidação.
  3. SG Criada em 1989, especificação de serviço típica de motores a gasolina de veículos leves, vans e caminhonetes que solicitem esta especificação. Proporciona maior controle de depósitos no motor e estabilidade a oxidação.
  4. SH Criada em 1992, especificação de serviço típica recomendada para uso em motores a gasolina de veículos leves, vans e caminhonetes que solicitem esta especificação. Supera as especificações anteriores quanto a controle de depósitos, oxidação do óleo, desgaste e corrosão.
  5. SJ Criada em 1996, especificação de serviço típica de motores a gasolina de veículos leves, vans e caminhonetes que solicitem esta especificação. Supera e substitui todas as especificações anteriores.

 Evolução da classificação Commercial ou Compression:

Importante: As classificações “C” passaram por testes diferentes e necessariamente não substituem / superam uma a outra como as classificações “S”. Então observe que nem todas superam uma a outra e tenha cuidado na aplicação.
Descrição da Categoria
  1. CA, CB Criadas a partir dos anos 40, atualmente estão obsoletas.
  2. CC Criada em 1961, para uso em motores em condições de serviço moderado.
  3. CD Criada em 1955, para uso em motores aspirados ou turbinados em condições de serviço pesado.
  4. CE Criada em 1983, serviço típico de motores diesel turbinados em condições de serviço pesado.
  5. CF Criada em 1994, para uso em motores aspirados ou turbinados que utilizam diesel com alto teor de enxofre.
  6. CF-4 Criado em 1990, serviço típico de veículos diesel ligeiro, e caminhões em serviço extra-pesado. Supera todos os níveis anteriores.
  7. CG-4 Criado em 1994, esta categoria de serviço é adequada para veículos diesel ligeiro em aplicações dentro e fora de estrada. Supera todos os níveis anteriores.
  8. CH-4 Criado em 1994, esta categoria de serviço provê melhor controle de fuligem em motores aspirados ou turbinados que utilizam diesel com alto teor de enxofre, em aplicações dentro e fora de estrada. Supera todos os níveis anteriores.




API e SAE
Estas são siglas das principais entidades internacionais que são responsáveis pela elaboração de uma série de normas (baseadas em testes específicos) para a classificação dos lubrificantes, de acordo com seu uso. Desta forma, o consumidor tem como identificar se o lubrificante atende às exigências de seu equipamento, consultando seu manual.
API - American Petroleum Institute
Grupo que elaborou, em conjunto com a ASTM (American Society for Testing and Materials), especificações que definem níveis de desempenho que os óleos lubrificantes devem atender. Essas especificações funcionam como um guia para a escolha por parte do consumidor. Para carros de passeio, por exemplo, temos os níveis API SL, SJ, SH, SG, etc.. O "S" desta sigla significa Service Station, e a outra letra define o desempenho. O primeiro nível foi o API SA, obsoleto há muito tempo, consistindo em um óleo mineral puro, sem qualquer aditivação. Com a evolução dos motores, os óleos sofreram modificações, através da adição de aditivos, para atender às exigências dos fabricantes dos motores no que se refere à proteção contra desgaste e corrosão, redução de emissões e da formação de depósitos, etc.. Atualmente, o nível API SL é o mais avançado. No caso de motores diesel, a classificação é API CI-4, CH-4, CG-4, CF, etc. O "C" significa Commercial. A API classifica ainda óleos para motores dois tempos e óleos para transmissão e engrenagens.
A especificação API GL-4 designa um serviço de engrenagens hipóides de carros de passageiros e outros equipamentos automotivos, operando sob condições de alta velocidade e baixo torque ou vice-versa. O produto da Ingrax para esta aplicação é o UniGerol EP.
Já a especificação API GL-5 é designada também para engrenagens hipóides, operando sob condições de alta velocidade e cargas instantâneas (choque), situação encontrada em caixas de mudanças de caminhões e em eixos traseiros (diferenciais). O produto Ingrax para esta aplicação é o MultiGerolEP.
A utilização de um óleo API GL-5 na transmissão ao invés do GL-4 irá gerar problemas de engate e "arranhamento" durante a troca de marchas, comprometendo a vida útil da caixa de mudanças. Este problema é decorrente do maior teor de aditivos dos óleos API GL-5 em relação aos API GL-4, que acabam interferindo negativamente no funcionamento do mecanismo de sincronização das marchas.
SAE - Society of Automotive Engineers
É a classificação mais antiga para lubrificantes automotivos, definindo faixas de viscosidade e não levando em conta os requisitos de desempenho. Apresenta uma classificação para óleos de motor e outra específica para óleos de transmissão.
Os números (20W/40, 50 e etc.) que aparecem nas embalagens dos óleos lubrificantes automotivos correspondem à classificação da SAE (Society of Automotive Engineers), que se baseia na viscosidade dos óleos a 100ºC, apresentando duas escalas: uma de baixa temperatura (de 0W até 25W) e outra de alta temperatura (de 20 a 60). A letra "W" significa "Winter" (inverno, em inglês) e ela faz parte do primeiro número, como complemento para identificação. Quanto maior o número, maior a viscosidade, ou seja, mais grosso, o quê facilita para o óleo suportar maiores temperaturas. Graus menores suportam baixas temperaturas sem se solidificar ou prejudicar a bombeabilidade, pois são mais finos que os graus maiores.
Um óleo do tipo monograu ou monoviscoso (como o Uni Power Motor Oil) só pode ser classificado em um tipo escala (o Uni Power Motor Oil apresenta os graus 30, 40 ou 50). Já um óleo com um índice de viscosidade maior pode ser enquadrado nas duas faixas de temperatura, por apresentar menor variação de viscosidade em virtude da alteração da temperatura. Desta forma, um óleo multigrau ou multiviscoso SAE 20W/40 se comporta a baixa temperatura como um óleo 20W reduzindo o desgaste na partida do motor ainda frio e em alta temperatura se comporta como um óleo SAE 40, tendo uma ampla faixa de utilização. O Uni Super Power, o Fórmula Uni SL e o Fórmula SYNTH são alguns exemplos de óleos multigrau ou multiviscosos de nossa linha de lubrificantes automotivos.
Quando for usar um óleo em seu carro, consulte o manual e fique atento a estas especificações. Eis alguns exemplos:

Uni Super Power SAE 20W/40 – API SE
Uni SF SAE 20W/40 – API SF
Uni GTS SAE 20W/50 – API SF
Uni Premium SAE 20W/50 – API SJ
Fórmula Uni SL SAE 20W/50 e 15W/40 – API SL
Fórmula TECH SAE 15W/40 – API SL
Fórmula SYNTH SAE 5W/40 – API SL

quarta-feira, 23 de novembro de 2011

Perigo no Transito? Saiba como proceder


A violência alarmante das grandes cidades obriga a ficar alerta aos perigos do trânsito. Hoje em dia, já não basta saber dirigir e respeitar as leis de trânsito. É necessário aprender como agir em situações de perigo. Diante de uma abordagem violenta, o recomendável é buscar alternativas e ser rápido. Acompanhe algumas dicas de como se esquivar dos perigos que se corre ao volante.
Não entrar em pânico é o primeiro passo. A pessoa que não consegue manter a calma em uma situação em que corre perigo torna-se uma vítima em potencial. É necessário ficar atento ao que acontece ao seu redor, isso evita tanto a aproximação de um assaltante quanto uma colisão ou atropelamento.
Várias empresas promovem cursos de Direção Defensiva que ensinam a lidar com situações de emergência. Esse é o caso da UZIL, comandada pelo consultor de segurança Eli Rahamin. O israelense de 30 anos mora em São Paulo e acredita que as pessoas precisam saber mais sobre segurança para conseguir viver normalmente, já que a criminalidade não será extinta tão cedo. "É importante que as pessoas saibam evitar a condição de vítima potencial", diz ele.
Para o consultor, no trânsito os bandidos têm ótimas oportunidades de agir: "Eles não precisam enfrentar câmeras, nem equipes de segurança; não precisam invadir um prédio. Só precisam conhecer bem o tráfego de um local e planejar suas ações" - analisa. Treinar saídas por cima da guia, cavalos de pau, fugas em ré e freadas bruscas são alguns macetes ensinados no curso da UZIL. Além de ter essas habilidades no volante, Rahamim acredita que conhecer a linguagem corporal do bandido é fundamental, pois quando o meliante percebe que foi descoberto antes de atacar, a tendência é desistir pois, já perdeu sua principal vantagem: a surpresa.
Diante de criminosos cada vez mais atuantes e ousados, não é só a procura por cursos que aumenta. A maioria dos motoristas tem uma preocupação enorme não só com a sua segurança pessoal, mas também com a segurança do próprio carro. Por essa razão, a procura por dispositivos de segurança para automóveis é cada vez maior. A Ituran, uma multinacional de segurança veicular instalada há dois anos em São Paulo oferece um sistema de rastreamento e localização de veículos feitos por antenas instaladas em diversos pontos da cidade. O sistema protege objetos que se locomovem utilizando uma "Equipe de Pronta Resposta" e auxilia também na segurança pessoal do motorista.
Segundo a empresa, que já tem uma clientela de 30 mil pessoas na região metropolitana de São Paulo, os carros mais visados pelos ladrões são os utilitários com 33% das ocorrências. Em seguida, os mais roubados ou furtados foram as picapes (25%), os utilitários de cargas (vans) com 15% e os caminhões com 14%. Os veículos de passeio foram responsáveis por 12% das ocorrências. Cerca de 83% dos casos registrados referentes a roubos de carros, 10% de furtos e 7% de seqüestros de clientes, ou de uso do botão de emergência por outros motivos.
A região recordista de ocorrências foi a Zona Leste da Capital, com 33% de incidência. O segundo lugar ficou com a Zona Sul com 25%, seguida pela Zona Oeste com 10%, o ABC com 11%, Guarulhos com 7%, Zona Norte com 4% e Centro com 2% de incidência. De acordo com o levantamento da empresa, os ladrões agem principalmente às terças, quartas e quintas-feiras. A maior parcela das ocorrências, 40,4%, aconteceu durante a noite.
Apesar do número de ocorrências de furtos e roubos ter diminuído de 214.948 casos em 2001 para 191.340 casos em 2002 (fonte: Secretaria de Segurança Pública de São Paulo), todo cuidado é pouco. Selecionamos algumas dicas de segurança da Secretaria de Segurança Pública e da Polícia Civil de São Paulo para dificultar a ação dos criminosos.

10 mandamentos para economizar o combustível do carro

Essas dicas rápidas servem para você economizar combustível:

1 - Não estique as marchas, trocando-as numa rotação mais adequada.
2 - Aceleração progressiva e controlada. Nada de arrancadas e freadas bruscas.
3 - Sempre faça as revisões e manutenções preventivas nos bicos, velas, e peças necessárias.
4 - Escolha bem o posto onde vai abastecer para evitar prejuízos com combustível adulterado.
5 - Utilize preferencialmente gasolina aditivada, ou aditivos para manter o sistema 'limpo'.
6 - Verifique rotineiramente as condições do filtro de ar.
7 - Não ultrapasse a velocidade limite do carro.
8 - Faça uso do freio motor em declives acentuados.
9 - Sempre deixe os pneus na calibragem correta, e não carregue peso 'morto' (desnecessário) no carro.
10 - Use o ar-condicionado sempre que necessário, mas sem exageros.

Nissan GT-R 2013


GT-R. O bólido da Nissan mostra mais uma vez porque é algo a ser temido pelos rivais. A versão 2013 do modelo é espantosamente rápida.
O que se sabe é que o motor V6 3.8 twin-turbo entrega 550 cv e 65 kgfm. Mas a Nissan se recusa a divulgar os dados técnicos do modelo.
No entanto, uma hora ela terá de fazer isso, e aí sim saberemos com quantos cavalos se consegue ir de 0 a 100 km/h em menos de três segundos.
Pois é, ela não disse nada, mas para aguçar a curiosidade alheia, divulgou um vídeo com o GT-R 2013 disparando até os 100 km/h em apenas 2,84 segundos!


Dodge Charger 2012


No Salão de Chicago a Dodge acaba de apresentar o Charger SRT8 2012. O esportivo conta com motor 6.4 HEMI V8 de nada menos que 465 cavalos de potência e seu torque de mais de 45 kgfm melhorou e bastante sobre o 6.1 usado no SRT8 anteriormente.

A Dodge diz que com sua tecnologia Fuel Saver, o modelo pode desligar quatro dos oito cilindros, e que com isso, o Charger SRT8 2012 ficou bem mais econômico. O câmbio é um automático de cinco marchas, e com ele você pode trocar as marchas atrás do volante.

A velocidade  máxima estimada é de 280 km/h, com aceleração de 0-100 abaixo dos cinco segundos. O modelo conta com diferenciais exclusivos, como rodas de 20 polegadas, suspensão adaptável com os modos Auto e Sport, além de componentes feitos para equipar um verdadeiro esportivo, como discos de freio de 13,8 polegadas.



segunda-feira, 21 de novembro de 2011


Peças para o seu Importado?                          
Reparação do seu automovel?
Seguro Automotivo?


AutoConTrade é uma empresa que nasceu para suprir as necessidades de seus clientes em busca de segurança e confiança ao adquirir, manter e vender seus carros.


Com detalhado atendimento personalizado, a AutoConTrade objetiva estabelecer uma comunicação estreita com o cliente, de forma que possa atender perfeitamente a seus anseios e superar expectativas.
A empresa já está atuando no segmento automotivo já há algum tempo em Fortaleza-Ce com atuação também no Sudeste, Sul e Nordeste  do país.


O foco da empresa é voltado ao mercado de peças para veículos importados no atacado e no varejo. Estamos preparados para oferecer produtos de primeira linha, em um prazo de entrega que atenda suas reais necessidades. Isto tudo aliado á nossa equipe, onde temos como compromisso antes de tudo, um trabalho de assessoria e orientação ao cliente e nos colocamos á disposição para solucionar problemas de qualquer ordem quando falamos em peças para veículos importados. Produtos com garantia e qualidade, procedência, preços justos. Efetuamos cotações e importações em tempo recorde tudo com a maior segurança e comodidade para nossos clientes.
Atendemos oficinas mecânicas, concessionárias, particulares, autopeças, distribuidores, locadoras, frotistas, empresas em geral, etc.
Efetuamos a Manutenção, Revisão, Diagnósticos, Substituição de peças do seu veículo no local desejado pelo cliente. Seja ele residencial ou comercial.Tudo para a maior comodidade para os nossos clientes e sem nenhum risco,pois não será preciso deslocar o seu veículo para alguns serviços.Temos todo um suporte mecânico com pessoas treinadas e especializadas nas melhores montadoras


ENTRE EM CONTATO


http://www.autocontrade.com


Msn: contato@autocontrade.com

sábado, 12 de novembro de 2011

Novo Challenger SRT Yellow Jacket traz também a cor predominante amarela, rodas prateadas, spoiler dianteiro e acabamento interno personalizado.O motor é um V8 6.4 HEMI com 470 hp e 4,7 kgfm. O Challenger tem opção de transmissão automática de cinco marchas ou manual com seis. 
Será que o Camaro segura essa???


Viper 2013


Downsizing? Que nada. No caso do Viper 2013, a Fiat-Chrysler vai abrir uma exceção. Afinal, o esportivoamericano nasceu para ser domado por mãos humanas e não exatamente por tecnologia.
Por isso, ao invés de pequenos blocos em V com duas turbinas e baixa cilindrada, o Viper 2013 terá um poderoso V10 8.7 com tudo que ele pode oferecer.
O novo motor será ainda maior que o antigo V10, que tinha 8.4 litros e entregava 600 cv com 77,2 kgfm de torque. Com isso ele ia de 0 a 100 km/h em 3,4 segundos e atingia máxima de 325 km/h.

Viper 2013

Encerrado a historia? Que nada. No caso do Viper 2013, a Fiat-Chrysler vai abrir uma exceção. Afinal, o  esportivo americano nasceu para ser domado por mãos humanas e não exatamente por tecnologia.Por isso, ao invés de pequenos blocos em V com duas turbinas e baixa cilindrada, o Viper 2013 terá um poderoso V10 8.7 com tudo que ele pode oferecer.O novo motor será ainda maior que o antigo V10, que tinha 8.4 litros e entregava 600 cv com 77,2 kgfm de torque. Com isso ele ia de 0 a 100 km/h em 3,4 segundos e atingia máxima de 325 km/h.


sexta-feira, 11 de novembro de 2011

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

Toyota anuncia recall para mais de 420 mil carros

A Toyota anunciou na última quarta-feira (9) que iniciará um processo de recall em âmbito mundial envolvendo aproximadamente 420 mil veículos fabricados entre 2004 e 2005. No Brasil os proprietários dos modelos Camry (115 unidades) e Lexus ES330 (26 unidades) deverão comparecer a uma das concessionárias da marca para realizar a verificação. 

De acordo com a Toyota, o problema envolve a polia dos motores V6. O anel externo do componente pode apresentar um desalinhamento com o anel interno, possibilitando o desprendimento da correia da bomba de direção com a polia, o que impede a movimentação do volante. De acordo com a marca, a solução é “realizar a substituição da polia do virabrequim do motor”.

Os proprietários dos veículos envolvidos devem entrar em contato a partir do dia 21 de novembro pelo número 0800-7030206 para agendar uma visita e realizar a manutenção. Segundo a marca, nenhum acidente que envolva o dispositivo foi registrado. 

Nossos Serviços

Nossa companhia oferece uma ampla gama de serviços para nossos clientes.
Os serviços de nossa companhia incluem:
  • IMPORTAÇÃO DIRETA DE PEÇAS E ACESSÓRIOS AUTOMOTIVOS-EUA,EUROPA e ÁSIA.
 Efetuamos a importação de peças em tempo recorde (prazo médio 10 dias úteis no Brasil), através de nosso Dealer nos EUA e Alemanha, para toda linha de carros importados com rapidez e segurança. Peças para MERCEDES BENZ, AUDI, BMW, JAGUAR, Dodge, Chrysler, Jeep, Porsche, Ferrari, Land Rover, Nissan, GMC, Ford, Toyota, Honda, Mitsubishi, Buick, Isuzu, Cadillac, Oldsmobile, Plymouth, Mercury, Saab, Volvo, Subaru, Acura, Infinity, Corvette, Lexus e muito mais. Peças para toda linha passeio, esportivo, Off-Road, Performance, Hot-Rod, Clássicos, etc.

  • CONSULTORIA E ASSESSORIA AUTOMOTIVA.
Se você está pensando em comprar um carro, deixe AutoCon  poupar horas de procura de anúncios nos classificados, evitar finais de semana perdidos em feiras livres, dificuldade em comparar modelos diferentes e, como resultado, confusão e frustração.
Conhecemos praticamente todos os carros atualmente no mercado, as particularidades, vantagens e desvantagens de cada modelo, de cada motor e de cada versão.Certamente conseguiremos encontrar o melhor produto, que se encaixe no perfil do cliente.
Adicionalmente, assessoramos o cliente para vender seu carro atual, viabilizando a troca ou sugerindo a melhor opção de venda.
  • PROPOSTAS E CONTRATAÇÕES DE SEGUROS
Efetuamos cotações de seguros automotivos que se encaixe para a necessidade de cada cliente.Trabalhamos com as principais seguradoras do mercado.Oferecemos a melhor maneira de proteger voçê e o seu veículo.

  • MANUTENÇÃO DE VEÍCULOS.
Você não tem tempo, paciência ou noção sobre manutenção automotiva? Está cansado de tentar se fazer passar por entendido ao conversar com o mecânico?
Você acha que está sendo enganado em lojas especializadas, sendo coagido em concessionários a trocar peças e executar serviços desnecessários? Você acha que está pagando preços justos pelos serviços? Você se sente psicologicamente mais amparado se as instalações da oficina ou concessionário são limpas e sugerem transparência e qualidade?
Deixe-nos cuidar da manutenção de seu carro. Confie a nós o trabalho de recomendar os serviços realmente necessários, discutir, negociar e controlar os serviços de manutenção executados em seu carro.

  • PERFORMANCE
Efetuamos o projeto de acordo com cada veículo sugerindo peças e acessorios para ganhos de potencia desejada de acordo com cada cliente e a sua forma de aproveitamento.Oferecemos um dos melhores produtos para performance hoje disponivel no mercado

Quando o carro simplesmente para.

O CARRO PAROU. O QUE PODE SER?
BATERIA. Se a luz indicativa da bateria no painel estiver acesa, o problema pode ser com ela ou com o alternador, que pode estar com defeito ou quebrado. Quando isso acontece, a energia da bateria é usada até o fim sem que haja a reposição da carga. Levando o carro até um auto-elétrico, o problema será resolvido com uma recarga na bateria ou realizando-se sua troca. Se for o alternador, ele também pode ser recondicionado ou, em um caso mais grave, trocado.
BOBINA. Pode haver um superaquecimento da bobina, peça responsável por gerar a corrente de alta tensão que provoca a faísca nas velas. Quando isso ocorre, pode ser um sinal de desgaste da peça. Ela pára de produzir corrente e o carro não liga. O jeito é esperar que esfrie. Para acelerar o processo, desligue a chave, abra o capô e coloque um pano molhado sobre a bobina. Esperando cerca de dez minutos, o carro volta a ligar. Trata-se de uma solução de emergência. Assim que puder, passe em um auto-elétrico e troque a peça.
BOMBA DE COMBUSTÍVEL. Muitas vezes a bomba de combustível falha e não consegue mandar o líqüido na pressão ideal para o sistema. Em carros com injeção eletrônica, uma maneira de saber se ela está funcionando é fechar os vidros e tentar dar a partida. Nesse momento é possível ouvir o zumbido da peça funcionando. Se não escutar esse barulho, o problema certamente está na bomba. No caso de carro com carburador, pode-se desencaixar dele a mangueira do combustível e pedir a alguém que acione a partida. Normalmente, a gasolina sairá pela mangueira. Se isso não acontecer, ela está com defeito. Trocá-la é um procedimento rápido e que pode ser feito no local por um mecânico experiente.
CORREIA DENTADA. Ligada ao eixo do comando de válvulas, a correia é acionada pelo motor. Pode se partir, geralmente em movimento. À menor suspeita de que tenha se rompido, pare o carro e não tente dar a partida. A troca só deve ser feita em oficina ou concessionária. Mesmo assim, ajuda ter uma de reserva. Os fornecedores da peça recomendam sua substituição a cada 40 000 ou 50 000 quilômetros.
MOTOR AFOGADO. O motor pode parar de funcionar com o carro em movimento ou nem dar a partida. Ele pode ter “afogado” por excesso de combustível. Provavelmente uma falha no sensor de temperatura provocou o problema. O afogamento ocorre com mais freqüência em carros equipados com carburador. Aguarde um tempo e experimente ligá-lo de novo. Se não der certo, chame a assistência técnica.
TAMPA DO DISTRIBUIDOR. Tampa do distribuidor trincada não deixa o carro funcionar. Quando isso acontece, a distribuição de energia para as velas fica prejudicada, ocasionando fuga de corrente elétrica. A solução é trocar a tampa, o que se pode fazer até sozinho com um mínimo de conhecimento sobre mecânica.