A Subaru divulgou as primeiras imagens e informações oficiais do Impreza WRX STI S206, a versão mais «explosiva» da actual geração Impreza, antes da sua apresentação oficial no Salão Automóvel de Tóquio, dentro de uma semana.
Esta edição especial Impreza WRX STi S206 tem uma produção limitada a apenas 300 unidades, das quais 100 são edições NBR, entretanto já esgotadas, e distingue-se por um motor exclusivo e uma série de «upgrades» que vincam o carácter agressivo da versão mais desejada da gama Impreza.
Entre as alterações, destaque para uma suspensão revista, e um motor boxer de 2.0 litros, de quatro cilindros, mais potente, com um acréscimo de 20cv, passando a debitar algo como 320 cv e um binário final de 431 Nm. Para isso, foi introduzido um turbo-compressor com dupla entrada, centralina STI e escape com baixa pressão.
Em complemento, a Subaru lança a edição especial «NBR Challenge Package» do S206, que comemora a vitória da marca japonesa nas 24 Horas de Nürburgring. As diferenças encontram-se ao nível do tejadilho em fibra de carbono e um indiscreto spoiler traseiro.
sábado, 26 de novembro de 2011
sexta-feira, 25 de novembro de 2011
Óleos Lubrificantes Automotivos.
Óleo lubrificante



Evolução da classificação Commercial ou
Compression:
API e SAE
Estas são siglas das principais entidades internacionais que são responsáveis pela elaboração de uma série de normas (baseadas em testes específicos) para a classificação dos lubrificantes, de acordo com seu uso. Desta forma, o consumidor tem como identificar se o lubrificante atende às exigências de seu equipamento, consultando seu manual.
API - American Petroleum Institute
Grupo que elaborou, em conjunto com a ASTM (American Society for Testing and Materials), especificações que definem níveis de desempenho que os óleos lubrificantes devem atender. Essas especificações funcionam como um guia para a escolha por parte do consumidor. Para carros de passeio, por exemplo, temos os níveis API SL, SJ, SH, SG, etc.. O "S" desta sigla significa Service Station, e a outra letra define o desempenho. O primeiro nível foi o API SA, obsoleto há muito tempo, consistindo em um óleo mineral puro, sem qualquer aditivação. Com a evolução dos motores, os óleos sofreram modificações, através da adição de aditivos, para atender às exigências dos fabricantes dos motores no que se refere à proteção contra desgaste e corrosão, redução de emissões e da formação de depósitos, etc.. Atualmente, o nível API SL é o mais avançado. No caso de motores diesel, a classificação é API CI-4, CH-4, CG-4, CF, etc. O "C" significa Commercial. A API classifica ainda óleos para motores dois tempos e óleos para transmissão e engrenagens.
A especificação API GL-4 designa um serviço de engrenagens hipóides de carros de passageiros e outros equipamentos automotivos, operando sob condições de alta velocidade e baixo torque ou vice-versa. O produto da Ingrax para esta aplicação é o UniGerol EP.
Já a especificação API GL-5 é designada também para engrenagens hipóides, operando sob condições de alta velocidade e cargas instantâneas (choque), situação encontrada em caixas de mudanças de caminhões e em eixos traseiros (diferenciais). O produto Ingrax para esta aplicação é o MultiGerolEP.
A utilização de um óleo API GL-5 na transmissão ao invés do GL-4 irá gerar problemas de engate e "arranhamento" durante a troca de marchas, comprometendo a vida útil da caixa de mudanças. Este problema é decorrente do maior teor de aditivos dos óleos API GL-5 em relação aos API GL-4, que acabam interferindo negativamente no funcionamento do mecanismo de sincronização das marchas.
SAE - Society of Automotive Engineers
É a classificação mais antiga para lubrificantes automotivos, definindo faixas de viscosidade e não levando em conta os requisitos de desempenho. Apresenta uma classificação para óleos de motor e outra específica para óleos de transmissão.
Os números (20W/40, 50 e etc.) que aparecem nas embalagens dos óleos lubrificantes automotivos correspondem à classificação da SAE (Society of Automotive Engineers), que se baseia na viscosidade dos óleos a 100ºC, apresentando duas escalas: uma de baixa temperatura (de 0W até 25W) e outra de alta temperatura (de 20 a 60). A letra "W" significa "Winter" (inverno, em inglês) e ela faz parte do primeiro número, como complemento para identificação. Quanto maior o número, maior a viscosidade, ou seja, mais grosso, o quê facilita para o óleo suportar maiores temperaturas. Graus menores suportam baixas temperaturas sem se solidificar ou prejudicar a bombeabilidade, pois são mais finos que os graus maiores.
Um óleo do tipo monograu ou monoviscoso (como o Uni Power Motor Oil) só pode ser classificado em um tipo escala (o Uni Power Motor Oil apresenta os graus 30, 40 ou 50). Já um óleo com um índice de viscosidade maior pode ser enquadrado nas duas faixas de temperatura, por apresentar menor variação de viscosidade em virtude da alteração da temperatura. Desta forma, um óleo multigrau ou multiviscoso SAE 20W/40 se comporta a baixa temperatura como um óleo 20W reduzindo o desgaste na partida do motor ainda frio e em alta temperatura se comporta como um óleo SAE 40, tendo uma ampla faixa de utilização. O Uni Super Power, o Fórmula Uni SL e o Fórmula SYNTH são alguns exemplos de óleos multigrau ou multiviscosos de nossa linha de lubrificantes automotivos.
Quando for usar um óleo em seu carro, consulte o manual e fique atento a estas especificações. Eis alguns exemplos:
Uni Super Power SAE 20W/40 – API SE
Uni SF SAE 20W/40 – API SF
Uni GTS SAE 20W/50 – API SF
Uni Premium SAE 20W/50 – API SJ
Fórmula Uni SL SAE 20W/50 e 15W/40 – API SL
Fórmula TECH SAE 15W/40 – API SL
Fórmula SYNTH SAE 5W/40 – API SL
Os óleos lubrificantes são
substâncias utilizadas para reduzir o atrito, lubrificando e aumentando a vida
útil dos componentes móveis das máquinas.
Os óleos lubrificantes podem ser
de origem animal ou vegetal (óleos graxos), derivados de petróleo (óleos minerais) ou produzidos
em laboratório (óleos sintéticos), podendo ainda ser constituído pela mistura
de dois ou mais tipos (óleos compostos).
Características
As principais características dos
óleos lubrificantes são a viscosidade, o índice
de viscosidade (IV) e a
densidade.
A viscosidade mede a dificuldade
com que o óleo escorre (escoa); quanto mais viscoso for um lubrificante (mais
grosso), mais difícil de escorrer, portanto será maior a sua capacidade de
manter-se entre duas peças móveis fazendo a lubrificação das mesmas.
A viscosidade dos lubrificantes
não é constante, ela varia com a temperatura. Quando esta aumenta a viscosidade
diminui e o óleo escoa com mais facilidade. O Índice de Viscosidade (IV) mede a
variação da viscosidade com a temperatura. Quanto maior o IV, menor será a variação
de viscosidade do óleo lubrificante, quando submetido a diferentes valores de
temperatura
Densidade indica a massa de um
certo volume de óleo a uma certa temperatura, é importante para indicar se
houve contaminação ou deterioração de um lubrificante.
Aditivos
Para conferir, retirar ou
melhorar certas propriedades especiais dos lubrificantes, que não condizem com
o desejado, especialmente quando o lubrificante é submetido a condições severas
de trabalho, são adicionados produtos químicos aos óleos lubrificantes, que são
chamados aditivos.
Os principais tipos de aditivos
são: anti-corrosivos, anti-espumantes, detergente-dispersante, melhoradores do
Índice de Viscosidade, agentes de extrema pressão, etc.
Para facilitar a escolha do
lubrificante correto para veículos automotivos várias são as classificações,
sendo as principais SAE e API.
Classificação SAE: estabelecida pela Sociedade dos
Engenheiros Automotivos dos Estados Unidos, classifica os óleos lubrificantes pela sua
viscosidade, que é indicada por um número. Quanto maior este número, mais
viscoso é o lubrificante e são divididos em três categorias:
- Óleos de Verão: SAE 20, 30, 40, 50, 60
- Óleos de Inverno: SAE 0W, 5W, 10W, 15W, 20W,
25W
- Óleos multiviscosos (inverno e verão): SAE
20W-40, 20W-50, 15W-50
Obs.: a letra "W" vem
do inglês "winter" que significa inverno.
Classificação API: desenvolvida pelo Instituto Americano do
Petróleo, também
dos Estados Unidos da América, baseia-se em níveis de
desempenho dos óleos lubrificantes, isto é, no tipo de serviço do qual a máquina estará sujeita. São
classificados por duas letras, a primeira indica o tipo de combustível do motor e a segunda o tipo de
serviço.
Os óleos lubrificantes para
motores a gasolina e álcool e GNV (Gás
natural veicular) de 4
tempos atualmente no mercado são apresentados na tabela abaixo. O óleo SJ é
superior ao SH, isto é, o SJ passa em todos os testes que o óleo SH passa, e em
outros que o SH não passa. O Óleo SH por sua vez é superior ao SG, assim
sucessivamente. Os óleos lubrificantes para motores a gasolina 2 tempos, como
os usados em motoserras, abrangem 3 níveis de
desempenho: API TA, TB e TC.
A classificação API, para motores
diesel, é mais complexa que para motores a gasolina, álcool e GNV, pois devido às evoluções
que sofreu, foram acrescentados números, para indicar o tipo de motor (2 ou 4
tempos) a que se destina o lubrificante.
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Os óleos lubrificantes são
substâncias utilizadas para reduzir o atrito lubrificando e aumentando a vida
útil das máquinas
Os óleos lubrificantes podem ser
de origem animal ou vegetal (óleos graxos), derivados de petróleo (óleos
minerais) ou produzidos em laboratório (óleos sintéticos), podendo ainda ser
constituído pela mistura de dois ou mais tipos (óleos compostos).
As principais características dos
óleos lubrificantes são a viscosidade, o índice de viscosidade (IV) e a
densidade.
A viscosidade mede a dificuldade
com que o óleo escorre (escoa); quanto mais viscoso for um lubrificante (mais
grosso), mais difícil de escorrer, portanto será maior a sua capacidade de manter-se
entre duas peças móveis fazendo a lubrificação das mesmas.
Densidade indica o peso de uma
certa quantidade de óleo a uma certa temperatura, é importante para indicar se
houve contaminação ou deterioração de um lubrificante.
Para conferir-lhes certas
propriedades especiais ou melhorar alguma já existentes, porém em grau
insuficiente, especialmente quando o lubrificante é submetido a condições
severas de trabalho, são adicionados produtos químicos aos óleos lubrificantes,
que são chamados aditivos.
Os principais tipos de
aditivos são: anti-oxidantes, anti-corrosivos, anti-ferrugem,
anti-espumantes, detergente-dispersante, melhoradores do Índice de Viscosidade,
agentes de extrema pressão, etc.
Óleos para motores –
Classificações
Para facilitar a escolha do
lubrificante correto para veículos automotivos várias são as classificações,
sendo as principais SAE e API.
Classificação SAE:
Estabelecida pela Sociedade dos
Engenheiros Automotivos dos Estados Unidos, classifica os óleos lubrificantes
pela sua viscosidade, que é indicada por um número. Quanto maior este número,
mais viscoso é o lubrificante e são divididos em três categorias:
- Óleos de Verão: SAE 20, 30, 40, 50, 60
- Óleos de Inverno: SAE 0W, 5W, 10W, 15W, 20W,
25W
- Óleos multiviscosos (inverno e verão): SAE
20W-40, 20W-50, 15W-50
Obs.: a letra “W” vem do inglês
“winter” que significa inverno.
Viscosidade de Óleos
Como viscosidade ou tenacidade de um líquido se entende a
resistência que
as moléculas de um líquido fazem contra um deslocamento. Essa resistência
é também chamada atrito interno.
as moléculas de um líquido fazem contra um deslocamento. Essa resistência
é também chamada atrito interno.
- Viscosidade cinemática
Relação viscosidade/densidade
indicada em mm2/s ( antigamente, centistoke).
- Viscosidade dinâmica
É a medida da resistência interna
que o óleo lubrificante forma contra o fluxo
(por exemplo, fluxo através de tubulações, fluxo na fenda de lubrificação).
A visc.dinâmica é denominada em Centipoise (cP).
(por exemplo, fluxo através de tubulações, fluxo na fenda de lubrificação).
A visc.dinâmica é denominada em Centipoise (cP).
Para medir as viscosidades temos
diversos aparelhos de medição (viscosímetros).
A indicação é em mm2/s, antigamente se utilizavam graus Engler (°E ) ou
Centistokes (cSt).
A indicação é em mm2/s, antigamente se utilizavam graus Engler (°E ) ou
Centistokes (cSt).
Existem outros institutos de
classificação além do SAE, o AGMA e ISO VG.
Classificação API:
Desenvolvida pelo Instituto
Americano do Petróleo, também dos Estados Unidos, baseia-se em níveis de
desempenho dos óleos lubrificantes, isto é, no tipo de serviço a que a máquina
estará sujeita. São classificados por duas letras, a primeira indica basicamente
tipo de combustível do motor e a segunda o tipo de serviço.
Para motores de veículos leves (Ciclo
Otto) o “S” de Service Station (Postos de Serviço, Garagem) ou Spark
(Faísca / Centelha), e a outra letra define o desempenho.
O óleo SJ é superior ao SH, isto
é, o SJ passa em todos os testes que o óleo SH passa, e em outros que o SH não
passa.O Óleo SH por sua vez é superior ao SG, assim sucessivamente.
O primeiro nível foi o API SA,
obsoleto há muito tempo, consistindo em um óleo mineral puro, sem qualquer
aditivação.
No caso de motores diesel, a classificação é API CI-4,
CG-4, CF-4, CF, CE, etc. O “C” de Commercial (Linha Comercial, Frotas), ou
Compression (Compressão).
A API classifica ainda óleos para
motores dois tempos e óleos para transmissão e engrenagens.
Os óleos lubrificantes para
motores a gasolina 2 tempos, como os usados em motoserras, abrangem 3 níveis de
desempenho: API TA, TB e TC.
O Instituto Americano do Petróleo
(API) estabelece estes parâmetros de desempenho, através de uma sequência de
testes complexos e específicos, de acordo com metodologias padronizadas pela
ASTM (American Society for Testing and Materials).
- ACEA: Association of Constructors of European
Automobiles;
- ILSAC: International Lubricant Standardisation &
Approval Committee,
- Montadoras: os fabricantes de veículos e de motores
também têm desenvolvido testes e especificações próprias para
lubrificantes.
A avaliação de desempenho dos
lubrificantes é uma seqüência de testes de campo e em laboratórios de motores.
A seqüência de testes determina os padrões de condições que os componentes
internos do motor devem apresentar após rodar com o lubrificante em teste.
- Evolução da classificação Service Station ou
Spark:
SA, SB, SC, SD Criadas a partir dos anos 30,
atualmente estão obsoletas.
- SE Criada em 1972, especificação de serviço
típica de motores a gasolina de veículos leves e alguns caminhões modelos
1971 a 1979.
- SF Criada em 1980, especificação de serviço
típica de motores a gasolina de veículos leves e alguns caminhões modelos
1980 a 1989. Proporciona maior estabilidade a oxidação.
- SG Criada em 1989, especificação de serviço
típica de motores a gasolina de veículos leves, vans e caminhonetes que
solicitem esta especificação. Proporciona maior controle de depósitos no
motor e estabilidade a oxidação.
- SH Criada em 1992, especificação de serviço
típica recomendada para uso em motores a gasolina de veículos leves, vans
e caminhonetes que solicitem esta especificação. Supera as especificações
anteriores quanto a controle de depósitos, oxidação do óleo, desgaste e
corrosão.
- SJ Criada em 1996, especificação de serviço
típica de motores a gasolina de veículos leves, vans e caminhonetes que
solicitem esta especificação. Supera e substitui todas as especificações
anteriores.
Importante: As classificações “C” passaram
por testes diferentes e necessariamente não substituem / superam uma a outra
como as classificações “S”. Então observe que nem todas superam uma a outra e
tenha cuidado na aplicação.
Descrição da Categoria
- CA, CB Criadas a partir dos anos 40,
atualmente estão obsoletas.
- CC Criada em 1961, para uso em motores em
condições de serviço moderado.
- CD Criada em 1955, para uso em motores
aspirados ou turbinados em condições de serviço pesado.
- CE Criada em 1983, serviço típico de motores
diesel turbinados em condições de serviço pesado.
- CF Criada em 1994, para uso em motores
aspirados ou turbinados que utilizam diesel com alto teor de enxofre.
- CF-4 Criado em 1990, serviço típico de veículos
diesel ligeiro, e caminhões em serviço extra-pesado. Supera todos os
níveis anteriores.
- CG-4 Criado em 1994, esta categoria de serviço
é adequada para veículos diesel ligeiro em aplicações dentro e fora de
estrada. Supera todos os níveis anteriores.
- CH-4 Criado em 1994, esta categoria de serviço
provê melhor controle de fuligem em motores aspirados ou turbinados que
utilizam diesel com alto teor de enxofre, em aplicações dentro e fora de
estrada. Supera todos os níveis anteriores.
Estas são siglas das principais entidades internacionais que são responsáveis pela elaboração de uma série de normas (baseadas em testes específicos) para a classificação dos lubrificantes, de acordo com seu uso. Desta forma, o consumidor tem como identificar se o lubrificante atende às exigências de seu equipamento, consultando seu manual.
API - American Petroleum Institute
Grupo que elaborou, em conjunto com a ASTM (American Society for Testing and Materials), especificações que definem níveis de desempenho que os óleos lubrificantes devem atender. Essas especificações funcionam como um guia para a escolha por parte do consumidor. Para carros de passeio, por exemplo, temos os níveis API SL, SJ, SH, SG, etc.. O "S" desta sigla significa Service Station, e a outra letra define o desempenho. O primeiro nível foi o API SA, obsoleto há muito tempo, consistindo em um óleo mineral puro, sem qualquer aditivação. Com a evolução dos motores, os óleos sofreram modificações, através da adição de aditivos, para atender às exigências dos fabricantes dos motores no que se refere à proteção contra desgaste e corrosão, redução de emissões e da formação de depósitos, etc.. Atualmente, o nível API SL é o mais avançado. No caso de motores diesel, a classificação é API CI-4, CH-4, CG-4, CF, etc. O "C" significa Commercial. A API classifica ainda óleos para motores dois tempos e óleos para transmissão e engrenagens.
A especificação API GL-4 designa um serviço de engrenagens hipóides de carros de passageiros e outros equipamentos automotivos, operando sob condições de alta velocidade e baixo torque ou vice-versa. O produto da Ingrax para esta aplicação é o UniGerol EP.
Já a especificação API GL-5 é designada também para engrenagens hipóides, operando sob condições de alta velocidade e cargas instantâneas (choque), situação encontrada em caixas de mudanças de caminhões e em eixos traseiros (diferenciais). O produto Ingrax para esta aplicação é o MultiGerolEP.
A utilização de um óleo API GL-5 na transmissão ao invés do GL-4 irá gerar problemas de engate e "arranhamento" durante a troca de marchas, comprometendo a vida útil da caixa de mudanças. Este problema é decorrente do maior teor de aditivos dos óleos API GL-5 em relação aos API GL-4, que acabam interferindo negativamente no funcionamento do mecanismo de sincronização das marchas.
SAE - Society of Automotive Engineers
É a classificação mais antiga para lubrificantes automotivos, definindo faixas de viscosidade e não levando em conta os requisitos de desempenho. Apresenta uma classificação para óleos de motor e outra específica para óleos de transmissão.
Os números (20W/40, 50 e etc.) que aparecem nas embalagens dos óleos lubrificantes automotivos correspondem à classificação da SAE (Society of Automotive Engineers), que se baseia na viscosidade dos óleos a 100ºC, apresentando duas escalas: uma de baixa temperatura (de 0W até 25W) e outra de alta temperatura (de 20 a 60). A letra "W" significa "Winter" (inverno, em inglês) e ela faz parte do primeiro número, como complemento para identificação. Quanto maior o número, maior a viscosidade, ou seja, mais grosso, o quê facilita para o óleo suportar maiores temperaturas. Graus menores suportam baixas temperaturas sem se solidificar ou prejudicar a bombeabilidade, pois são mais finos que os graus maiores.
Um óleo do tipo monograu ou monoviscoso (como o Uni Power Motor Oil) só pode ser classificado em um tipo escala (o Uni Power Motor Oil apresenta os graus 30, 40 ou 50). Já um óleo com um índice de viscosidade maior pode ser enquadrado nas duas faixas de temperatura, por apresentar menor variação de viscosidade em virtude da alteração da temperatura. Desta forma, um óleo multigrau ou multiviscoso SAE 20W/40 se comporta a baixa temperatura como um óleo 20W reduzindo o desgaste na partida do motor ainda frio e em alta temperatura se comporta como um óleo SAE 40, tendo uma ampla faixa de utilização. O Uni Super Power, o Fórmula Uni SL e o Fórmula SYNTH são alguns exemplos de óleos multigrau ou multiviscosos de nossa linha de lubrificantes automotivos.
Quando for usar um óleo em seu carro, consulte o manual e fique atento a estas especificações. Eis alguns exemplos:
Uni Super Power SAE 20W/40 – API SE
Uni SF SAE 20W/40 – API SF
Uni GTS SAE 20W/50 – API SF
Uni Premium SAE 20W/50 – API SJ
Fórmula Uni SL SAE 20W/50 e 15W/40 – API SL
Fórmula TECH SAE 15W/40 – API SL
Fórmula SYNTH SAE 5W/40 – API SL
quarta-feira, 23 de novembro de 2011
Perigo no Transito? Saiba como proceder
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10 mandamentos para economizar o combustível do carro
Essas dicas rápidas servem para você economizar combustível: 1 - Não estique as marchas, trocando-as numa rotação mais adequada. 2 - Aceleração progressiva e controlada. Nada de arrancadas e freadas bruscas. 3 - Sempre faça as revisões e manutenções preventivas nos bicos, velas, e peças necessárias. 4 - Escolha bem o posto onde vai abastecer para evitar prejuízos com combustível adulterado. 5 - Utilize preferencialmente gasolina aditivada, ou aditivos para manter o sistema 'limpo'. 6 - Verifique rotineiramente as condições do filtro de ar. 7 - Não ultrapasse a velocidade limite do carro. 8 - Faça uso do freio motor em declives acentuados. 9 - Sempre deixe os pneus na calibragem correta, e não carregue peso 'morto' (desnecessário) no carro. 10 - Use o ar-condicionado sempre que necessário, mas sem exageros. |
Nissan GT-R 2013
GT-R. O bólido da Nissan mostra mais uma vez porque é algo a ser temido pelos rivais. A versão 2013 do modelo é espantosamente rápida.
No entanto, uma hora ela terá de fazer isso, e aí sim saberemos com quantos cavalos se consegue ir de 0 a 100 km/h em menos de três segundos.
Pois é, ela não disse nada, mas para aguçar a curiosidade alheia, divulgou um vídeo com o GT-R 2013 disparando até os 100 km/h em apenas 2,84 segundos!
Dodge Charger 2012
No Salão de Chicago a Dodge acaba de apresentar o Charger SRT8 2012. O esportivo conta com motor 6.4 HEMI V8 de nada menos que 465 cavalos de potência e seu torque de mais de 45 kgfm melhorou e bastante sobre o 6.1 usado no SRT8 anteriormente.
A Dodge diz que com sua tecnologia Fuel Saver, o modelo pode desligar quatro dos oito cilindros, e que com isso, o Charger SRT8 2012 ficou bem mais econômico. O câmbio é um automático de cinco marchas, e com ele você pode trocar as marchas atrás do volante.
A velocidade máxima estimada é de 280 km/h, com aceleração de 0-100 abaixo dos cinco segundos. O modelo conta com diferenciais exclusivos, como rodas de 20 polegadas, suspensão adaptável com os modos Auto e Sport, além de componentes feitos para equipar um verdadeiro esportivo, como discos de freio de 13,8 polegadas.
segunda-feira, 21 de novembro de 2011
Peças para o seu Importado?
Reparação do seu automovel?
Seguro Automotivo?
AutoConTrade é uma empresa que nasceu para suprir as necessidades de seus clientes em busca de segurança e confiança ao adquirir, manter e vender seus carros.
Com detalhado atendimento personalizado, a AutoConTrade objetiva estabelecer uma comunicação estreita com o cliente, de forma que possa atender perfeitamente a seus anseios e superar expectativas.
A empresa já está atuando no segmento automotivo já há algum tempo em Fortaleza-Ce com atuação também no Sudeste, Sul e Nordeste do país.
O foco da empresa é voltado ao mercado de peças para veículos importados no atacado e no varejo. Estamos preparados para oferecer produtos de primeira linha, em um prazo de entrega que atenda suas reais necessidades. Isto tudo aliado á nossa equipe, onde temos como compromisso antes de tudo, um trabalho de assessoria e orientação ao cliente e nos colocamos á disposição para solucionar problemas de qualquer ordem quando falamos em peças para veículos importados. Produtos com garantia e qualidade, procedência, preços justos. Efetuamos cotações e importações em tempo recorde tudo com a maior segurança e comodidade para nossos clientes.
Atendemos oficinas mecânicas, concessionárias, particulares, autopeças, distribuidores, locadoras, frotistas, empresas em geral, etc.
Efetuamos a Manutenção, Revisão, Diagnósticos, Substituição de peças do seu veículo no local desejado pelo cliente. Seja ele residencial ou comercial.Tudo para a maior comodidade para os nossos clientes e sem nenhum risco,pois não será preciso deslocar o seu veículo para alguns serviços.Temos todo um suporte mecânico com pessoas treinadas e especializadas nas melhores montadoras
ENTRE EM CONTATO
http://www.autocontrade.com
Msn: contato@autocontrade.com
sábado, 12 de novembro de 2011
Será que o Camaro segura essa???
Viper 2013
Viper 2013

sexta-feira, 11 de novembro de 2011
Reparação e Importação direta de peças automotivas: Nossos Serviços
Reparação e Importação direta de peças automotivas: Nossos Serviços: Nossa companhia oferece uma ampla gama de serviços para nossos clientes. Os serviços de nossa companhia incluem: IMPORTAÇÃO DIRETA DE PEÇAS ...
Reparação e Importação direta de peças automotivas: Toyota anuncia recall para mais de 420 mil carros
Reparação e Importação direta de peças automotivas: Toyota anuncia recall para mais de 420 mil carros: A Toyota anunciou na última quarta-feira (9) que iniciará um processo de recall em âmbito mundial envolvendo aproximadamente 420 mil veículo...
quinta-feira, 10 de novembro de 2011
Toyota anuncia recall para mais de 420 mil carros
A Toyota anunciou na última quarta-feira (9) que iniciará um processo de recall em âmbito mundial envolvendo aproximadamente 420 mil veículos fabricados entre 2004 e 2005. No Brasil os proprietários dos modelos Camry (115 unidades) e Lexus ES330 (26 unidades) deverão comparecer a uma das concessionárias da marca para realizar a verificação.
De acordo com a Toyota, o problema envolve a polia dos motores V6. O anel externo do componente pode apresentar um desalinhamento com o anel interno, possibilitando o desprendimento da correia da bomba de direção com a polia, o que impede a movimentação do volante. De acordo com a marca, a solução é “realizar a substituição da polia do virabrequim do motor”.
Os proprietários dos veículos envolvidos devem entrar em contato a partir do dia 21 de novembro pelo número 0800-7030206 para agendar uma visita e realizar a manutenção. Segundo a marca, nenhum acidente que envolva o dispositivo foi registrado.
De acordo com a Toyota, o problema envolve a polia dos motores V6. O anel externo do componente pode apresentar um desalinhamento com o anel interno, possibilitando o desprendimento da correia da bomba de direção com a polia, o que impede a movimentação do volante. De acordo com a marca, a solução é “realizar a substituição da polia do virabrequim do motor”.
Os proprietários dos veículos envolvidos devem entrar em contato a partir do dia 21 de novembro pelo número 0800-7030206 para agendar uma visita e realizar a manutenção. Segundo a marca, nenhum acidente que envolva o dispositivo foi registrado.
Nossos Serviços
Nossa companhia oferece uma ampla gama de serviços para nossos clientes.
Os serviços de nossa companhia incluem:
- IMPORTAÇÃO DIRETA DE PEÇAS E ACESSÓRIOS AUTOMOTIVOS-EUA,EUROPA e ÁSIA.
Efetuamos a importação de peças em tempo recorde (prazo médio 10 dias úteis no Brasil), através de nosso Dealer nos EUA e Alemanha, para toda linha de carros importados com rapidez e segurança. Peças para MERCEDES BENZ, AUDI, BMW, JAGUAR, Dodge, Chrysler, Jeep, Porsche, Ferrari, Land Rover, Nissan, GMC, Ford, Toyota, Honda, Mitsubishi, Buick, Isuzu, Cadillac, Oldsmobile, Plymouth, Mercury, Saab, Volvo, Subaru, Acura, Infinity, Corvette, Lexus e muito mais. Peças para toda linha passeio, esportivo, Off-Road, Performance, Hot-Rod, Clássicos, etc.
- CONSULTORIA E ASSESSORIA AUTOMOTIVA.
Se você está pensando em comprar um carro, deixe AutoCon poupar horas de procura de anúncios nos classificados, evitar finais de semana perdidos em feiras livres, dificuldade em comparar modelos diferentes e, como resultado, confusão e frustração.
Conhecemos praticamente todos os carros atualmente no mercado, as particularidades, vantagens e desvantagens de cada modelo, de cada motor e de cada versão.Certamente conseguiremos encontrar o melhor produto, que se encaixe no perfil do cliente.
Adicionalmente, assessoramos o cliente para vender seu carro atual, viabilizando a troca ou sugerindo a melhor opção de venda.
- PROPOSTAS E CONTRATAÇÕES DE SEGUROS
Efetuamos cotações de seguros automotivos que se encaixe para a necessidade de cada cliente.Trabalhamos com as principais seguradoras do mercado.Oferecemos a melhor maneira de proteger voçê e o seu veículo.
- MANUTENÇÃO DE VEÍCULOS.
Você não tem tempo, paciência ou noção sobre manutenção automotiva? Está cansado de tentar se fazer passar por entendido ao conversar com o mecânico?
Você acha que está sendo enganado em lojas especializadas, sendo coagido em concessionários a trocar peças e executar serviços desnecessários? Você acha que está pagando preços justos pelos serviços? Você se sente psicologicamente mais amparado se as instalações da oficina ou concessionário são limpas e sugerem transparência e qualidade?
Deixe-nos cuidar da manutenção de seu carro. Confie a nós o trabalho de recomendar os serviços realmente necessários, discutir, negociar e controlar os serviços de manutenção executados em seu carro.
- PERFORMANCE
Efetuamos o projeto de acordo com cada veículo sugerindo peças e acessorios para ganhos de potencia desejada de acordo com cada cliente e a sua forma de aproveitamento.Oferecemos um dos melhores produtos para performance hoje disponivel no mercado
Quando o carro simplesmente para.
O CARRO PAROU. O QUE PODE SER?
BATERIA. Se a luz indicativa da bateria no painel estiver acesa, o problema pode ser com ela ou com o alternador, que pode estar com defeito ou quebrado. Quando isso acontece, a energia da bateria é usada até o fim sem que haja a reposição da carga. Levando o carro até um auto-elétrico, o problema será resolvido com uma recarga na bateria ou realizando-se sua troca. Se for o alternador, ele também pode ser recondicionado ou, em um caso mais grave, trocado.
BOBINA. Pode haver um superaquecimento da bobina, peça responsável por gerar a corrente de alta tensão que provoca a faísca nas velas. Quando isso ocorre, pode ser um sinal de desgaste da peça. Ela pára de produzir corrente e o carro não liga. O jeito é esperar que esfrie. Para acelerar o processo, desligue a chave, abra o capô e coloque um pano molhado sobre a bobina. Esperando cerca de dez minutos, o carro volta a ligar. Trata-se de uma solução de emergência. Assim que puder, passe em um auto-elétrico e troque a peça.
BOMBA DE COMBUSTÍVEL. Muitas vezes a bomba de combustível falha e não consegue mandar o líqüido na pressão ideal para o sistema. Em carros com injeção eletrônica, uma maneira de saber se ela está funcionando é fechar os vidros e tentar dar a partida. Nesse momento é possível ouvir o zumbido da peça funcionando. Se não escutar esse barulho, o problema certamente está na bomba. No caso de carro com carburador, pode-se desencaixar dele a mangueira do combustível e pedir a alguém que acione a partida. Normalmente, a gasolina sairá pela mangueira. Se isso não acontecer, ela está com defeito. Trocá-la é um procedimento rápido e que pode ser feito no local por um mecânico experiente.
CORREIA DENTADA. Ligada ao eixo do comando de válvulas, a correia é acionada pelo motor. Pode se partir, geralmente em movimento. À menor suspeita de que tenha se rompido, pare o carro e não tente dar a partida. A troca só deve ser feita em oficina ou concessionária. Mesmo assim, ajuda ter uma de reserva. Os fornecedores da peça recomendam sua substituição a cada 40 000 ou 50 000 quilômetros.
MOTOR AFOGADO. O motor pode parar de funcionar com o carro em movimento ou nem dar a partida. Ele pode ter “afogado” por excesso de combustível. Provavelmente uma falha no sensor de temperatura provocou o problema. O afogamento ocorre com mais freqüência em carros equipados com carburador. Aguarde um tempo e experimente ligá-lo de novo. Se não der certo, chame a assistência técnica.
TAMPA DO DISTRIBUIDOR. Tampa do distribuidor trincada não deixa o carro funcionar. Quando isso acontece, a distribuição de energia para as velas fica prejudicada, ocasionando fuga de corrente elétrica. A solução é trocar a tampa, o que se pode fazer até sozinho com um mínimo de conhecimento sobre mecânica.
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